Sua Majestade, O Bardo
- José Ricardo da Hora Vidal
- Valença, Bahia, Brazil
- Escritor, autor do livro "Estrelas no Lago" (Salvador: Cia Valença Editorial, 2004) e coautor de "4 Ases e 1 Coringa" (Valença: Prisma, 2014). Graduado em Letras/Inglês pela UNEB Falando de mim em outra forma: "Aspetti, signorina, le diro con due parole chi son, Chi son, e che faccio, come vivo, vuole? Chi son? chi son? son un poeta. Che cosa faccio? scrivo. e come vivo? vivo."
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
palavras ao vento
Era um poema. Ou um conto
Não sei...
Apenas uma vontade de escrever,
Jogar as palavras no branco papel,
Brincar com elas na tela,
Ver o curso nervoso, as teclas em fúrias,
Um não sei que de literatura.
Algum alimento para que o blog não seque de tristeza.
Era para ser um poema. Ou conto.
Um fragmento de diário.
Um capítulo sobre o reino encantado de Jambom.
Mas não poderia de ser mais nada,
Além de palavras ao vento...
Salvador, 18 de novembro de 2010 (12h48 AM)
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Memoria - um conto
sábado, 9 de outubro de 2010
Gliese 851c
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
8 de outubro e dois icones


sexta-feira, 17 de setembro de 2010
cronica - escritores que não escrevem
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Uma comunidade dessa parece paradoxal, mas não deixa de desnuda o que ocorre com a internet. O fato de termos na internet uma ambiente comunicacional (ainda) focado na escrita, que não possue "gatekeeper" para a circulação de informação, faz com as pessoas, usando os blogues, sintam-se livres para escrever. Nisso que se proliferam poetas, contistas, cronistas e outros gêneros de "escritores" em uma proporção aparentemente maior que outros tempos. Diferente de a trinta, quarenta anos atrás, em que as dificuldades técnicas de editar um texto em papel fazia com que muitos autores fossem "eternamente" inéditos; hoje, toda e qualquer pessoa que queira publicizar o seu texto todo para (literalmente) todo o mundo, pode fazê-lo. Basta, para tanto ter acesso a internet e usar as ferramentas gratuítas disponíveis. Não importa se o texto for apenas uma linhas, poucas palavras ou simplesmente raso.
Mas que está na pauta? Microcontos, fanfics, nanopoemas e minicronicas. Nada de grande monta ou pretensões. E as refêrencias praticamente se prendem a uma cultura cyberpop: o blockbuster do momento, o hit musical top five da web-estação e disponível para download, E-zines da galera, o viral ou o hoax que sempre volta em corrente de e-mails, o blogue ou twitter do momento. Às vezes, até o best-seller da semana serve como referência, que gera novos blogues, home-pages e comunidades. Esta literatura sem texto não precisa ser teclada (o atual equivalente do escrever) conhecendo a língua portuguesa com segurança - o internês (consiso e telegráfico) para que, com siglemas e contrações, os textos nasçam na tela do computador - pelo menos, é o que se pode observar na maioria.
Isso significa que a nova geração de escritores é raca, comparada as anteriores? E creio que não. Claro, há muito de mediocridade, pastiches e lixo sendo jogado na rede. E da mesma forma que alguns blogueiros não podem ser considerar "jornalistas" de fato (apesar de agirem como se fossem e aí cabe ao público saber separá o joio do trigo e não comprar gato por lebre), muitos des ses "escritores que não escrevem"não podem sequer a aspirarem a ser autores de pulp-fiction. São neo-diletantes, amadores que aproveitam a facilidade da internet para se fazerem ouvir. Porém, e aí está o grande barato da internet: descobrir e ler ótimos autores que, sem outros meios, talvez estaria hoje no limbo de eternos inéditos e poderiam morrer esquecidos.
Felizmente (apesar de haver hoje méios técnicos para tanto), muitos dos escritores que não escrevem, realmente não aspiram a serem editados em livros. E as árvores que não foram abatidas agradecem. Só sendo muito diletante ou tendo alguma qualidade é que dão o salto qualitativo da tela para página e produzem literatura.
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Talvez a vertentes da discussão não seria essa, da "não-literatura na internet". O papo seria: afinal, o que é o escritor?
Escritor é quem escreve algo com algum que a mais. O escritor é o artista, enquanto o escriba é o artesão. E como o texto escrito foi o suporte por excelência do artista da mimesis pela palavra, escritor... escreve! Livros, no sentido gutembergiano da expresso: códice encardenado, páginas enumeradas, capa, racionalidade linear, editados e reproduzidos quando o papel recebe a tinta presente nos relevos dos tipos. Mesmo sendo concretistas e fazendo brincadeiras gráficas com a página, ainda sim o texto só texto quando as palavras seguem a fila indiana na folha de papel. Mas isso é no sentido tradicional da palavra.
E as mudanças tecnológicas? No Brasil, há autores de telenovelas estão na mesma qualidades de autores clássicos. Como esquecer que Dias Gomes, imortal da ABL, também escreveu textos antólogicos da teledramaturgia. Igualmente, medalhões como Machado de Assis, José de Alencar e Alexandre Dumas escreviam folhetins, e como folhetins surgiram livros com "Iracema". Se pensarmos bem, por melhor que se possa ser uma novelização, uma obra como "Vamp", "Que rei sou eu?" e "Roque Santeiro" são boas porque foram para TV e uso o que a linguagem da TV poderia dar.
E o que impediria de surgir na internet uma literatura que só funcione neste ambiente? Eliana Mara editou (muito bem, por sinal) seu livro "Fábulas Delicadas" (favor ler resenha abaixo) a partir do seu blogue. E muitos blogueiros aspiram a verem suas obras no papiro, encardenado, como um bom livro. Mas não seram todos que podem fazer a migração intersemiótica. Digo assim: E quem escreve no Twitter? E blogues como "Te dou um dado"? É como pensar nos cronistas, articulistas ou em alguns poetas cujos textos estão dispersos na imprensa: escrevem sim, não estão no formato livro.
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Na verdade, o chavão é inevitável: estamos no auge de uma revolução em andamento e fato de vivermos ela agora, a proximidade não nos permiter ter ainda uma visão de conjunto.
Lembro-me agora das aulas de André Lemos, sobre Comunicação e Tecnologia, FACOM/UFBA. Hoje, a idéia do livro como códice está tão cristalizada que esquecemos dos pergaminhos enrolados e das tábuas de argila. Para nós, escrita, alfabeto e códice impresso estão tão interligados que parecem que surgiram juntos. E estamos falando de tecnologias distintas no tempo. E por isso que uma comunidade no Orkut, de "escritores que não escrevem", possam parecer estranha. E que no fundo, seus objetivos estão anos-luz de distância desta crônica. E qual a charge de Alan Sieber, é um humor sobre um fato que não é tão relevante assim: o texto da Tábua de Esmeralda é realmente pequeno. Contudo, deuses nasceram e morreram às margens do rio Nilo e o texto continua vivo, portador de uma beleza esotérica e perene e ainda seguirá por séculos intrigando a mente do homem. E um dos texto mais lidos de Karl Marx é um manifesto com menos de 50 folhos. Será que um dos autores com livros magros nãoe stão fadados a serem os clássicos de outras gerações?
*Como não achei a imagem na internet, fica descrição da cena: em uma mesa de bar, três "escritores estreantes" comentam o tamanho de seus livros. geralmente não alcançando mais do que 100 páginas. Lembro-me também que no texto, havia o comentário de ue livro com mais de 300 página era artigo em extinção...
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Fabulas delicadas em tempos de blogues
Escritor, formado em Letras (Inglês) pela UNEB/Salvador.
O escritor italiano Marinetti, no início do século passado, imaginou que a literatura do futuro teria na velocidade seu valor central. No mundo do futuro tudo é rápido e os textos se-riam telegráficos e bruscos como uma facada, em que a poesia diria o máximo com o mínimo de palavras. Isso parece se confirmar atualmente com a internet e os celulares. A necessidade de se passar à informação em tempo real criou novas formas minimalistas de literatura (como indrisos, poetrix e microcontos), que se adequam a esta nova linguagem seca e instantânea. Deste modo, haveria ainda espaço para uma literatura mais suave? Para a escritora Eliana Ma-ra Chiossi, a resposta é sim, como pode se ler no seu livro de estréia, «Fábulas Delicadas».
«Fábulas Delicadas» (editora Escrituras) é uma coletâneas de 107 textos em prosa (pu-blicados originalmente em blogues), divididos em nove sessões reunidas em um volume de 112 páginas. Os textos se constituem em um único parágrafo, onde Eliana narra e disserta so-bre fulgazes instantes capturados pela sua escrita feminina e contemporânea. Oficialmente, e-les estão catalogados como contos, mas a riqueza das expressões aliada com a suavidade com que a autora trata os temas os colocam próximos aos poemas em prosas de Charles Baudellai-re e Raul Pompéia.
Nos seus textos, a brevidade da narrativa não significou o surgimento de cortes cinema-tográficos secos, onde as idéias são lançadas rapidamente nos papel – como em «Pau Brasil», de Oswald de Andrade, e «Martim Cererê», de Cassiano Ricardo. Pelo contrário, delicada-mente Eliana conduz o leitor pelos textos do livro, em que concisão da palavra é como um ri-acho que serenamente encontra sua foz. Sua poesia é fluida e macia, mesmo quando trata de temas fortes (como em “Cenário” e “Face”). Aliás, a fluidez de sua escrita acaba refletindo nas imagens recorrentes ao campo semântico da água: rio, chuvas e ondas. Exemplo disso são os textos “Arquipélago” (‘Este rio destemperado e provisório, enchente e charco’) e “Embar-que” (‘Água tão cristalina, água convicta: sou uma mulher sozinha’).
Nesta linguagem diáfana o lírico convive com o humor, o místico, a saudade e a refle-xão, bem ao gosto da escrita feminina. Exemplo disso é o texto “Proprietária”, no qual Eliana fala de Jesus Cristo como alguém próximo e humano, quase uma criança pura similar ao me-nino Jesus descrito por Fernando Pessoa / Alberto Caeiro em “O Guardador de Rebanho” e di-ferente do Cristo crucificado institucionalmente nos altares. Como ela diz: ‘Jesus é Cristinho e é meu. Já ajustamos nossos idiomas. Ele sabe que eu o entendo’.
Com uma linguagem envolvente, «Fábulas Delicadas», de Eliana Mara, é um livro arre-batador, que traz instantes de suavidade e poesia em meio ao caos frenético da vida urbana.
Eliana Mara é escritora e professora universitária (Ufba e Uefs) paulistana radicada na Bahia, doutora em Estudos Literários Mantém o blogue “O mundo tem inscrições sempre a-bertas” (www.inscricoessempreabertas.blogspot.com) . Assina a sessão ‘Crônica Havaianas’, na revista literária digital “Verbo21” (www.verbo21.com.br).
Salvador, 27 de abril de 2010 (madrugada)
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
No Reino de Jambom - reflexoes
Enquanto, na ficcção da vida civil, só há trabalho, estudos e concurso. Ano que vêm acontecerá a Bienal e um novo livro de poesia urge de ser lançado...
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Fragmentos de um diario - Pablo M e Mycroft Holmes
Hoje, de madrugada, aproveitei para fazer uma surpresa para meu irmão caçula: começar a preparar o currículo lattes dele. Nisso entrei no Orkut, com a esperança de confirmar o e-mail dele. Qual foi minha surpresa quando descubro o perfil dele no site da Trama (clique aqui e veja) e descubro que eu irmão é compositor. Ora, eu já sabia que o danado (graduando em arquitetura) é músico, baixista da "Rudá e a Jurema de Caboblo". E o já vi fazendo arranjos. Compositor? Fiquei feliz em descobrir isso.
Meu irmão sempre foi reservado, quieto. Talvez, para contrabalancear comigo, que no plano intelectual, sempre foi mais "exibido". O que, para quem nos conhece a mais tempo, vai parecer uma contradição, pois meu irmão sempre foi mais sociável do que eu. Meu irmão é mais fácil de se enturmar do que eu. Porém, numa entrevista de emprego ou numa aula, eu sou mais solto. Participo, pergunto, debato. meu irmão já se mostra mais discreto. Eu, num ambiente propício, deixo às claras quais foram minhas leituras e opiniões, digo quais são meus autores de cabeceira, os prêmios que ganhei, o que penso sobre política, artes, sociedade, ciências e religião. Pablo, não. A imagem que ele me passava era que o ambiente cultural dele seria entre a formação profissional de arquiteto e a cena cyber-rocker-underground. Até para se diferenciar de mim, que já ocupo o papel do "acadêmico", de "intelectual engajado" e de "escritor".
No final, eu acho que ficou uma coisa meio Mycroft e Sherlock Holmes*: dois irmãos com talento para as artes (oh falta de modéstia a minha!!!!), sendo que um "divulga mais" que o outro seus talentos. Por isso, fica o convite para vocês conhecerem a banda Rudá e a Jurema do Caboclo. Como diz o ditado, "quem sai aos seus, não degenera"
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Liberdade - Tragedia Existencial
domingo, 11 de julho de 2010
Fragmentos de um diario - final do copa do mundo

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NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA
Enquanto escrevo este post, a Iniesta acaba de fazer o gol do campeonato. Espanha ganha de 1 x 0 para Holanda, no final do 02° tempo da prorrogação.
ESPANHA CAMPEÃ MUNDIAL!!!! Não foi o Brasil, mas estou feliz! Espanha ganha seu primeiro título no futebol... 60 anos depois do quarto lugar, na Copa do Mundo realizada no Brasil.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Fragmentos de um diario - Jabulani
No fundo (o que muitas pessoas não se davam conta) é que eu não gosto de futebol. E só torço pela Espanha porque tenho a dupla-nacionalidade, minha famália possuem origens galegas. E no mais, eu quero é evitar a conversa chata e repetitiva de muitos "boleiros". Não há situação mais irritante que assistir "discussões" no qual se escuta pérolas como "quem vive de museu é passado" ou "os jogadores brasileiros são mercenários, não tem amor a camisa". Conversas como participei durante o curso de Letras, na copa de 2004, em que se fazia análises ponderadas sobre a evolução do futebol no Brasil, diferenças culturais refletidas nos estilos das seleções ou a estética do jogo, eu até apreciava. Só que este refinamento são raros.O restante é verborragia, clichês, senso comuns ou reprodução hipnótica de comentários ouvidos alhures na TV. Isso para não falar dos fanáticos, que transformam o esporte numa religião - em seu pior sentido: alienação pura surgida de dogmas.
Se uma pessoa como eu já não gosta do esporte, imagine ter que conviver com uma situação dessa? Para mim, o mais sensato é fugir disso, nada contra a corrente, escolher um time médio ou que atualmente esteja longe das vitórias. Se me perguntam "Você é Bahia ou Vitória?", digo que torço pelo Galícia E.C. Nem mis falo que torço pelo Santos F.C., que só tinha minha simpatia devido ao meu primeiro time de futebol de botão... "Pelé ou Maradona"? Só respondo "Pelé" para sacanear os argentinos. Agora, se me perguntar "Edmundo ou Zidane", "Vampeta ou Marcelinho Carioca", "Zico ou Sócrates", para mim, o melhor jogador é Nietzsche e Karl Marx, na zagua da filosofia alemã; Fernando Pessoa(s), Florbela Espanca, Manuel Bandeira e Vinícus de Moares no meio de campo da poesia lusófona e Goethe como atacante da literatura mundial. Kaput!
Só que este ano, esta Copa foi um pouco diferente. Devido a namorada (ah, este eterno mistério feminino....) e a turma do trabalho, pela primeira vez na vida, passei a torcer pelo Brasil e pela Espanha. Torcer de vestir camisas amarela e vermelha e assistir jogo na TV. Assistir, em termos, porque eu dormia durante parte do jogo... Imaginava a final Brasil e Espanha, com a vitória da Espanha (se bem que o que me interessaria seria a festa). Só que a Seleção Canarinho foi espremida pela Laranja Mecânica. Repetiu-se 1974 (ou 1978?). E se a Fúria não passa-se? Juro que não ficaria triste. Só que passou pela Alemanha. Final Holanda X Espanha. Um campeão inédito desde 1978. Quem será? reconheço os neerlandeses como uma grande time que merecia o título. Só que sou neto de galego, cidadão espanhol per juris sanguinis... Domingo é dia de vestir vermelho e gritar: ¡Arriba, España! Vantagens de quem possui dupla-nacionalidade...
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Curriculum lattes - atualizado
CURRÍCULO LATTES
Dados Pessoais
Nome: José Ricardo da Hora Vidal
http://lattes.cnpq.br/2078562764324075
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Formação Acadêmica/Titulação
2004 - 2009 Graduação em Licenciatura
Universidade do Estado da Bahia, UNEB, Salvador, Brasil
Título: O olhar de Marianne: Um estudo sobre o voyeurismo no conto de Anaïs Nin
Orientador: Sônia Maria Davico Simon
1996 - XXXX Graduação incompleto(a) em Bacharelato
Universidade Federal da Bahia, UFBA, Salvador, Brasil
Ano de interrupção: 2003
1993 - 1995 Ensino Médio (2o grau).
Educandário Paulo Freire, EPF, Brasil
1989 - 1994 Ensino Fundamental (1o grau / Ginásio).
Colégio Social de Valença, SOCIAL, Brasil
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Formação complementar
1995 - 1995 Curso de curta duração
Centro Federal de Educação Tecnológica / BA - Unid Descentralizada de Vça, CEFET/UNED-VCA, Brasil
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Atuação profissional
1. Secretaria da Saúde do Estado da Bahia - SESAB
2009 - Atual Vínculo: Cargo comissionado , Enquadramento funcional: Secretário Administrativo I , Carga horária: 40, Regime: Integral
2. Secretaria da Educação do Estado da Bahia - SEC/BA
3. Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
4. Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado da Bahia - SINTEF
2000 - 2003 Vínculo: Estágio Extra-curricular , Enquadramento funcional: Estagiário em Jornalismo , Carga horária: 30, Regime: Parcial
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Áreas de atuação
2. Literatura e Erotismo
3. Literatura Feminina
4. Línguas Estrangeiras Modernas
5. História Regional do Brasil
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Idiomas
Inglês Compreende Razoavelmente , Fala Razoavelmente, Escreve Razoavelmente,
Espanhol Compreende Pouco , Fala Pouco,
Francês
Italiano Fala Pouco,
Português Compreende Bem , Fala Bem, Escreve Bem,
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Prêmios e títulos
2009 Menção Honrosa - IV Concurso de Poesias da ALER, Academia de Letras do Recôncavo
2009 Moção de Aplausos, Câmara Municipal de Valença
2007 Menção Honrosa - III Concurso de Poesias da ALER, Academia de Letras do Recôncavo
2005 Menção Honrosa - II Concurso de Poesias da ALER, Academia de Letras do Recôncavo
2003 Prêmio Iararana de Poesia, Iararaba - revista de arte, crítica e literatura
2002 Amigo da UMES, União Municipal dos Estudantes Secundaristas - Valença
1995 Prêmio Destaque 95, Educandário Paulo Freire
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Produção em C, T& A
Livros publicados
1. VIDAL, Ricardo. Estrelas no Lago. Salvador : Jose Ricardo da Hora Vidal, 2004, v.1. p.52.
Artigos em jornal de notícias
1. VIDAL, Ricardo. Anedotas do Conselheiro e do Barão. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.29 - 29, 2009.
2. VIDAL, Ricardo e PEREIRA, Adriano. Que venham as flores. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.06 - 06, 2009.
3. VIDAL, Ricardo. Vestígios Poéticos e Existenciais de Renata Belmonte. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.24 - 24, 2009.
4. VIDAL, Ricardo. Balada para o Progresso de Valença (poema). jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.21 - 21, 2008.
5. VIDAL, Ricardo. Borboleta (poema). jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.09 - 09, 2008.
6. VIDAL, Ricardo. Canto da Primavera (poema). jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.15 - 15, 2008.
7. VIDAL, Ricardo. Cinqüentenário de um livro esquecido. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.17 - 17, 2008.
8. VIDAL, Ricardo. Floradas (poema). jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.07 - 07, 2008.
9. VIDAL, Ricardo. Mulheres sem vergonha... de escrever sobre sexo. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.25 - 25, 2008.
10. VIDAL, Ricardo. Na Colina do Amparo (poema). jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.12 - 12, 2008.
11. VIDAL, Ricardo. Os Contos Zero-Zero de Patrick Brock (uma resenha do livro. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.28 - 28, 2008.
12. VIDAL, Ricardo. Perfil de um Mestre: Professor Brasílio. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.17 - 17, 2008.
13. VIDAL, Ricardo. Poema em Calda de Chocolate (poema). jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.9 - 9, 2008.
14. VIDAL, Ricardo. Vila Operária de Valença. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.09 - 09, 2008.
15. VIDAL, Ricardo. Aniversário do Conselheiro Zacarias. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.20 - 21, 2007.
16. VIDAL, Ricardo. O Beijo (poema). jornal VALENÇA AGORA. Valença, 2007.
17. VIDAL, Ricardo. O Lado Recôncavo de Valença. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.06 - 06, 2007.
18. VIDAL, Ricardo. O Retorno Econômico das Faculdades para Valença. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.08 - 08, 2007.
19. VIDAL, Ricardo. Entardecer no Inverno (poema). jornal COSTA DO DENDÊ. Valença, p.02 - 02, 2003.
Artigos em revistas (Magazine)
1. VIDAL, Ricardo. Vestígios Poéticos e Existenciais de Renata Belmonte. revista eletrônica Verbo 21 - cultura e literatura. Salvador, 2009.
2. VIDAL, Ricardo. Canção para Avalon. Iararana - revista de arte, crítica e literatura. Salvador, p.60 - 60, 2003.
3. VIDAL, Ricardo. Cântico dos Lírios. Iararana - revista de artes, crítica e literatura. Salvador, p.60 - 60, 2003.
4. VIDAL, Ricardo. Entardecer no Inverno. Iararana - revista de arte, crítica e literatura. Salvador, p.60 - 60, 2003.
Apresentação de Trabalho
1. VIDAL, Ricardo. Sob o Signo de Toth: Uso e Tipos de textos no Ensino de Língua Inglesa, 2008. (Comunicação, Apresentação de Trabalho)
Demais produções bibliográficas
1. VIDAL, Ricardo. As Lendas do Amparo. IN DIVERSOS, Livro de Ouro do Conto Brasileiro. Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2009. (Outra produção bibliográfica)
2. VIDAL, Ricardo. Paz na cama (de quem ama). IN DIVERSOS, Sensualidade em Prosa e Versos (edição 2009). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2009. (Outra produção bibliográfica)
3. VIDAL, Ricardo. Sangue das Vinhas. IN DIVERSOS, Panorama Literário Brasileiro 2009/2010 POESIA (As melhores poesias de 2009). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2009. (Outra produção bibliográfica)
4. VIDAL, Ricardo. Sangue das Vinhas. IN DIVERSOS, Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos (volume 56). Rio de Janeiro, RJ:Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2009. (Outra produção bibliográfica)
5. VIDAL, Ricardo. Um Charuto
6. VIDAL, Ricardo. Farol do Desejo (Aquele Beijo...). IN DIVERSOS, Sensualidade em Prosa e Versos (edição 2008). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2008. (Outra produção bibliográfica)
7. VIDAL, Ricardo. Iara-mirim. IN DIVERSOS, Antologia de Contos Fantásticos (volume 17). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2008. (Outra produção bibliográfica)
8. VIDAL, Ricardo. O Beijo. IN DIVERSOS, Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos (volume 34). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Poetas, 2007. (Outra produção bibliográfica)
9. VIDAL, Ricardo. O Beijo. IN DIVERSOS, Panorama Literário Brasileiro 2007/2008 POESIA (As melhores poesias de 2007). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2007. (Outra produção bibliográfica)
10. VIDAL, Ricardo. Cântico dos Lírios. IN DIVERSOS, Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos (volume 10). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2004. (Outra produção bibliográfica)
11. VIDAL, Ricardo. Cântico dos Lírios. IN DIVERSOS, Panorama Literário Brasileiro 2004/2005 POESIA (As 100 melhores poesias de 2004). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2004. (Outra produção bibliográfica)
12. VIDAL, Ricardo. O Farol e o Mar. IN DIVERSOS, Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos (volume 08). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2004. (Outra produção bibliográfica)
13. VIDAL, Ricardo. Retrato de Família. IN DIVERSOS, Antologia de Contos de Autores Contemporâneos (volume 01). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileria de Jovens Escritores, 2004. (Outra produção bibliográfica)
14. VIDAL, Ricardo. Saudades. IN DIVERSOS, Quase Escritores. Valença, BA:Educandário Paulo Freire, 1994. (Outra produção bibliográfica)
Eventos
Participação em eventos
1. curso de Capacitação para Lideranças e Educadoras/es Quilombolas, 2010. (Oficina)
2. I Seminário Internacional Enlaçando Sexualidade, 2009. (Seminário)
3. Videoconferência "Agora a História é outra: Conciência Negra na Educação da Bahia", 2008. (Outra)
4. Jornada de Estudos Canadenses, 2008. (Seminário)
5. I SELETRAS - Seminário de Estágio de Letras da UNEB, 2008. (Seminário)
6. 1º Fórum Baiano de Educação Especial, 2008. (Outra)
7. SECULT - Seminário de Cultura e Letra de Música, 2006. (Seminário)
8. I Congresso da REDECOM Bahia, 2002. (Congresso)
9. I COMBAHIA - Encontro sobre Novas Tecnologias de Comunicação, 1997. (Encontro)
Organização de evento
1. RAMOS, M. R., VIDAL, Ricardo, SILVA, FAB, ADORNO, A.S., FERREIRA, P. II Videoconferência de Educomunicação, 2009. (Outro, Organização de evento)
2. VIDAL, Ricardo, SILVEIRA, Cristiano, MIRANDA, Nalu Aula Temática "Literatura e Cultura Negra, Afro-descendente e Africana", 2008. (Outro, Organização de evento)
Outras informações relevantes
1. Participou das primeiras edições do evento "Ocupação Cultural", recital de artes que reune os artistas da região do Baixo Sul / Bahia. Na ocasição, declamou poemas de sua autoria e fez leituras cênicas do livro "Amar - verbo instransitivo" de Mario de Andrade.
O INTERNET EXPLORER 8 DÁ DICAS DE SEGURANÇA PARA VOCÊ SAIBA MAIS!
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Noticias do Reino de Jambom - Copa do Mundo
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Finalmente licenciado


Só que agora, veio a formatura. Ufa! Sem a preocupação da monografia e a correria da organização da formatura, devo ficar os próximos dias mais livres para o blogue, que eu devo atualizar via e-mail.
Em todo caso, fica aqui os ícones da minha fase: pessoal com nível superior completo
terça-feira, 11 de maio de 2010
Relatos do Reino de Jambom - distancia
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Finisterra
Finisterra
Salvador; 28 de abril de 2010.
Já não mais escrevo nada!
E o mundo é como uma gaiola de vidro translúcido
Cujo ruidoso silêncio opaco
Separam a mim de minha felicidade.
Gaivotas brancas surgem sobre o pergaminho vazio,
Lembrando-me dos meus poemas natimortos,
Que jazem esquecidos na memória.
O Sol brilha sorridente sobre o asfalto,
Mas quem entoará um réquiem
Pelos meus poemas natimortos?
Só uma aquarela de lágrimas azedas
Iluminará os zumbis ao meu redor,
Enquanto prossigo sem escrever mais nada…
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Post twittado do celular
Contudo, o mundo gira e girando o tempo passa, a vida evolui e a história vai acontecendo. E um belo dia minha atual namorada, através do cansaço e da obstinação, convenceu-me a ter um dos destes brincos eletrônicos os quais eu declaradamente tinha resistência em adquirir. Só que aprovetei para comprar "O" celular, um aparelho que atendesse minhas necessidades de escritor. Como presente de natal a ser dado pelo meu pai e comprei um smartphone da Motorolla com teclado QWERTY, bluetooth e wi-fi. Na verdade o "bicho" é um nanocomputador de bolso do qual a função "telefone" eu menos uso. Brinco, escrevo (o poema 'canção urbana' foi o primeiro a ser digitado aqui), fotografo e agora acesso a internet. Telefono pouco e ler um e-book em pdf aqui mostra-se inviável. E agora estou digitando o meu primeiro post para o blog, via e-mail.
Mas o isso significa afinal? Que os tecno-utópicos estão certos e que todos devem se render a toda e qualquer novidade? Que houve uma baixa na crítica neo-luddita? O que 2012 é o fim dos tempos e um dos sinais do apocalipse é o minha recente adesão ao uso de telefone celular? Pessoalmente não há grandes mudanças. O fato de estar mais acessível não mudou a minha idéia de que o celular rouba o direito à solidão, uma vez que os "outros" (ah! O inferno existencial sempre é os outros!) acha que devemos ter a obrigação de estar disponível para atender o chamado. Porém admito que ter este nanocomputador da Motorolla possui seu encanto secreto e pode ser mais útil de que imagino - principalmente o wi-fi e o gps. Por hora, digitar com a unha este post já valeu a pena...
No mais, despeço-me desta crônica com um pouco de nostalgia e esperança. Câmbio e desligo. <fim da+transmissão>
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Cancao Urbana
Canção Urbana
Salvador; 17 de fevereiro de 2010.
A palavra que eu quero
(E que procuro
no leito escuro)
E o silêncio que não queria
e que ainda busco,
E que teimo;
Só encontrei ao acaso
Na difícil poesia mórbida
das ruas ensanguentadas,
Na estática velocifade do riso,
No beijo rompendo o asfalto.
A palavra que eu quero
Ainda não foi escrita,
Mas terá cheiro de libertação...
sábado, 27 de março de 2010
A Rosa e o Cravo
Duas flores, na campina verdejante,
Sob o cálido manto solar, nasceram.
Dançando ao sussurro do vento errante,
A bela Rosa e o bravo Cravo cresceram.
Em um mágico abraço se uniram,
As duas flores, que por muito, muito amar,
Mais vivo seus bálsamos no campo rescindiam,
Suas cores, ainda mais, estavam a brilhar.
E ficaram Primavera e todo Verão
Juntos, mesmo no Outono e frio Inverno:
Para eles, resplandecia sol do amor eterno.
………………
Sejam assim suas vidas, sempre União,
Minha cara Eligiane, outonal fada,
Seja pelo seu esposo sempre amada.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Convite: lançamento do livro Roseiral - de JIVM
Biblioteca do Bardo Celta (Leituras recomendadas)
- Revista Iararana
- Valenciando (antologia)
- Valença: dos primódios a contemporaneidade (Edgard Oliveira)
- A Sombra da Guerra (Augusto César Moutinho)
- Coração na Boca (Rosângela Góes de Queiroz Figueiredo)
- Pelo Amor... Pela Vida! (Mustafá Rosemberg de Souza)
- Veredas do Amor (Ângelo Paraíso Martins)
- Tinharé (Oscar Pinheiro)
- Da Natureza e Limites do Poder Moderador (Conselheiro Zacarias de Gois e Vasconcelos)
- Outras Moradas (Antologia)
- Lunaris (Carlos Ribeiro)
- Códigos do Silêncio (José Inácio V. de Melo)
- Decifração de Abismos (José Inácio V. de Melo)
- Microafetos (Wladimir Cazé)
- Textorama (Patrick Brock)
- Cantar de Mio Cid (Anônimo)
- Fausto (Goëthe)
- Sofrimentos do Jovem Werther (Goëthe)
- Bhagavad Gita (Anônimo)
- Mensagem (Fernando Pessoa)
- Noite na Taverna/Macário (Álvares de Azevedo)
- A Casa do Incesto (Anaïs Nin)
- Delta de Vênus (Anaïs Nin)
- Uma Espiã na Casa do Amor (Anaïs Nin)
- Henry & June (Anaïs Nin)
- Fire (Anaïs Nin)
- Rubáiyát (Omar Khayyam)
- 20.000 Léguas Submarinas (Jules Verne)
- A Volta ao Mundo em 80 Dias (Jules Verne)
- Manifesto Comunista (Marx & Engels)
- Assim Falou Zaratustra (Nietzsche)
- O Anticristo (Nietzsche)


