Sua Majestade, O Bardo

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Valença, Bahia, Brazil
Escritor e Professor de Literaturas Anglófonas. Autor do livro "Estrelas no Lago" (Salvador: Cia Valença Editorial, 2004) e coautor de "4 Ases e 1 Coringa" (Valença: Prisma, 2014). Licenciado em Letras/Inglês pela UNEB-Campus Salvador. Falando de mim em outra forma: "Aspetti, signorina, le diro con due parole chi son, Chi son, e che faccio, come vivo, vuole? Chi son? chi son? son un poeta. Che cosa faccio? scrivo. e come vivo? vivo."

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Canção Negra para Valença


Canção Negra para Valença

Valença, 25 de julho de 2012 (02h00 AM)


Valença, minha musa querida e ultrajada,
Ouço teus lamentos e revolto-me!
Teus olhos, eu não quero vê-los tristes,
E para vingá-la, tomo um cometa como espada.

Espada de fogo e versos, com ela em punho,
Mil estrelas eu espalho para t’iluminar, Valença!

Mil sonhos eu colho em teu colo, Valença.
Assim como um poeta que te ver feliz.
Rasgo este crepúsculo sombrio como treze estrelas,
Treze cavalheiros negros da aurora que
Iluminarão as esperanças e elas irromperão
Noites infinitas de lágrimas e desilusão,
Irromperão a dor e inércia residente no mármore.
As lágrimas que minha cidade verteu
Não ficaram impunes, pois treze estrelas
Ouvem seu clamor e te libertarão Valença, minha Valença.

Canção Rosa para Valença


Canção Rosa para Valença
(para Profa. Salete, com todo carinho)

Valença, 25 de julho de 2012 (02h27 AM)


Valença, meu jardim estéril e amado,
Olhe para o horizonte e veja surgir
Tuas rosas corajosas. Veja tuas rainhas
E teus filhas cuidarem de tuas feridas.

Escarlate rosa nova, mãe e mestra,
Mil estrelas surgem para te acordar, Valença.

Saúdam-te as treze estrelas jovens cuja
Alvorada rompe teus grilhões com canções
Latentes que teu solo esconde como sementes.
Estrelas escarlates te acariciam, Valença,
Teus teares urdem a nova esperança rubra
E treze rosas te coroam, Valença, para tu seres feliz.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Cancão para se aquecer no inverno

Canção para se aquecer no Inverno


Valença; 10 de julho de 2012

O inverno chegou com lágrimas e cinza em Valença
Pelo vento frio sobre o rio Una.
Chegou e fincou longa morada. 
Um inverno sem amanhecer, eterna noite de tristeza.
Inverno de chuvas oblíquas e longas como as de Macondo.
Inverno que não quer ninguém bem.
Inverno que trazia medo e sepultava os sorrisos e a Lua.
Mas quem é o Senhor, Dom Inverno, para mandar em Valença?
Eu quero as estrelas, trezes estrelas rubras
Rasgando as nuvens sobre a minha cidade.
Quero sorrisos e beijos e arco-íris 
Nos trezes céus encantados de minha (feli)cidade.
Quero os trezes fogos de Beltane aquecendo os sonhos.
Os sonhos chegam para desafiar as chuvas
E irromperem o solo como semente boa de esperança.
Inverno, tu viste, mas tu voltarás para teu lugar,
Já hora de mais uma vez Valença sorrir e cantar,
Brilhar tuas treze poesias escarlates na aurora.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Palavras de Ordem!

Todo poder á Ocupação (Cultural)!
Sacanagem, vinho e Pão!

Uma homenagem à Velha Guarda Bolchevique da Cultura...

Biblioteca do Bardo Celta (Leituras recomendadas)

  • Revista Iararana
  • Valenciando (antologia)
  • Valença: dos primódios a contemporaneidade (Edgard Oliveira)
  • A Sombra da Guerra (Augusto César Moutinho)
  • Coração na Boca (Rosângela Góes de Queiroz Figueiredo)
  • Pelo Amor... Pela Vida! (Mustafá Rosemberg de Souza)
  • Veredas do Amor (Ângelo Paraíso Martins)
  • Tinharé (Oscar Pinheiro)
  • Da Natureza e Limites do Poder Moderador (Conselheiro Zacarias de Gois e Vasconcelos)
  • Outras Moradas (Antologia)
  • Lunaris (Carlos Ribeiro)
  • Códigos do Silêncio (José Inácio V. de Melo)
  • Decifração de Abismos (José Inácio V. de Melo)
  • Microafetos (Wladimir Cazé)
  • Textorama (Patrick Brock)
  • Cantar de Mio Cid (Anônimo)
  • Fausto (Goëthe)
  • Sofrimentos do Jovem Werther (Goëthe)
  • Bhagavad Gita (Anônimo)
  • Mensagem (Fernando Pessoa)
  • Noite na Taverna/Macário (Álvares de Azevedo)
  • A Casa do Incesto (Anaïs Nin)
  • Delta de Vênus (Anaïs Nin)
  • Uma Espiã na Casa do Amor (Anaïs Nin)
  • Henry & June (Anaïs Nin)
  • Fire (Anaïs Nin)
  • Rubáiyát (Omar Khayyam)
  • 20.000 Léguas Submarinas (Jules Verne)
  • A Volta ao Mundo em 80 Dias (Jules Verne)
  • Manifesto Comunista (Marx & Engels)
  • Assim Falou Zaratustra (Nietzsche)
  • O Anticristo (Nietzsche)