Sua Majestade, O Bardo

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Valença, Bahia, Brazil
Escritor e Professor de Literaturas Anglófonas. Autor do livro "Estrelas no Lago" (Salvador: Cia Valença Editorial, 2004) e coautor de "4 Ases e 1 Coringa" (Valença: Prisma, 2014). Licenciado em Letras/Inglês pela UNEB-Campus Salvador. Falando de mim em outra forma: "Aspetti, signorina, le diro con due parole chi son, Chi son, e che faccio, come vivo, vuole? Chi son? chi son? son un poeta. Che cosa faccio? scrivo. e come vivo? vivo."

terça-feira, 21 de junho de 2016

Politicando I - Bolsonaro como reu

Há coisas que são divergências ideológicas, como desejar uma economia regulamentada pelo mercado ou um estado desenvolvimentista que vise o bem estar social. Outra coisa é saber quais são os limites mínimos da civilização. Esse foi o motivo que o nazismo, com seu programa de genocídio foi banido da arena política. Por isso, seria bom os bolsominions entenderem que seu deputado "idolatrado" MERECE ser julgado por apologia ao estupro e, provado que ele cometeu um crime (como está na cara), deve pagar. Não há nada de perseguição política. Apenas entendem que a liberdade de expressão tem por limites o bom senso e a civilização.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Soneto do Jasmim

Soneto do Jasmim

Salvador, 14 de junho de 2016 (01h45)


Um doce aroma recorda minha aurora,
Quando o jasmim a noite brinca com a brisa.
É um cheiro mágico, do tempo de outrora,
Que minha fronte afaga, queima e alisa.

Ele chega de mansinho, sem demora,
E vai alojando seu império e harmoniza.
Abre-se então uma sutil caixa de Pandora,
Pois no final uma tristeza se concretiza.

Tudo era lembrança e nada mais sobrou.
Somente resta uma vã e tola esperança
De acreditar que se vive mais uma trova.

Ah, jasmim doce que me acompanhou
Como um elfo guardião das lembranças!

Serve para avisar que o Tempo não volta.

Edelweiss

Edelweiss

Salvador, 14 de junho de 02h01 / 02h08


Venha, minha pequena flor, venha
Refletir a neve como um prisma.
Seja o encanto alpino, a musa diminuta
Que das alturas impera garbosa
E soberana na simplicidade.

Quisera eu ter halo branco de candura,
Ser esse pirata branco na montanha.
E quando uma criança se refletir nas pétalas,
O sorriso dela ecoaria suavemente
Como melodia nas montanhas.

Venha, venha, pequeno Edelweiss,
Diamante botânico perdido nas rochas,
Seja minha rainha, minha musa,
Seja a canção que sempre sonhei
E nunca cantei na minha vida.


Rosas dos 16 de Maio

Rosas dos 16 de Maio

Salvador, 14 de junho de 2016 (02h19)

Não te calaram. Nem te calariam
As patas dos cavalos e explosões.
Na altivez da juventude havia rosas,
Rosas que iriam mudar o mundo
E enfrentariam o último coronel da Ditadura.


Biblioteca do Bardo Celta (Leituras recomendadas)

  • Revista Iararana
  • Valenciando (antologia)
  • Valença: dos primódios a contemporaneidade (Edgard Oliveira)
  • A Sombra da Guerra (Augusto César Moutinho)
  • Coração na Boca (Rosângela Góes de Queiroz Figueiredo)
  • Pelo Amor... Pela Vida! (Mustafá Rosemberg de Souza)
  • Veredas do Amor (Ângelo Paraíso Martins)
  • Tinharé (Oscar Pinheiro)
  • Da Natureza e Limites do Poder Moderador (Conselheiro Zacarias de Gois e Vasconcelos)
  • Outras Moradas (Antologia)
  • Lunaris (Carlos Ribeiro)
  • Códigos do Silêncio (José Inácio V. de Melo)
  • Decifração de Abismos (José Inácio V. de Melo)
  • Microafetos (Wladimir Cazé)
  • Textorama (Patrick Brock)
  • Cantar de Mio Cid (Anônimo)
  • Fausto (Goëthe)
  • Sofrimentos do Jovem Werther (Goëthe)
  • Bhagavad Gita (Anônimo)
  • Mensagem (Fernando Pessoa)
  • Noite na Taverna/Macário (Álvares de Azevedo)
  • A Casa do Incesto (Anaïs Nin)
  • Delta de Vênus (Anaïs Nin)
  • Uma Espiã na Casa do Amor (Anaïs Nin)
  • Henry & June (Anaïs Nin)
  • Fire (Anaïs Nin)
  • Rubáiyát (Omar Khayyam)
  • 20.000 Léguas Submarinas (Jules Verne)
  • A Volta ao Mundo em 80 Dias (Jules Verne)
  • Manifesto Comunista (Marx & Engels)
  • Assim Falou Zaratustra (Nietzsche)
  • O Anticristo (Nietzsche)