Sua Majestade, O Bardo

Minha foto
Valença, Bahia, Brazil
Escritor, autor do livro "Estrelas no Lago" (Salvador: Cia Valença Editorial, 2004) e coautor de "4 Ases e 1 Coringa" (Valença: Prisma, 2014). Graduado em Letras/Inglês pela UNEB Falando de mim em outra forma: "Aspetti, signorina, le diro con due parole chi son, Chi son, e che faccio, come vivo, vuole? Chi son? chi son? son un poeta. Che cosa faccio? scrivo. e come vivo? vivo."
Mostrando postagens com marcador Jambom. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jambom. Mostrar todas as postagens

domingo, 31 de julho de 2016

Notas do Reino de Jambom XVI - Novo peregrinar

Há tempos que o Reino de Jambom voltou a ficar distante, perdido nas brumas. Agora, um novo peregrinar de R Vidal faz com que sua casa seja a estrada entre três novas cidades. Seu castelo está a sua espera.

************

Na ficção da vida civil, Alagoinhas, Valença e Salvador. Um mestrado e nada mais

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Noticias do Reino de Jambom - Volta para casa

Lá no reino de Jambom, o escritor R Vidal finalmente volta para seu castelos. Dois anos se passaram desde que foi chamado para imitar Mayakosvy. No fundo, não era a dele, apesar de achar ter algum talento perdido na manga. O castelo está em tenhas de aranhas e um manto de pó grosso enterrava seu feudo. Tudo cinza e melancólico.R. Vidal arriou as malas. Respirou fundo. Pacientemente terá que remover a solidão de seus livros e colocar em ordem sua alegria. Agora será o momento de refletir e cuidar de seu castelo, para, quem sabe mais tarde, voltar a ter o brilho doutrora.

************

Na ficção da vida civil, um quarto ainda tem de ser arrumado. Um pequeno castelo feito nas nuvens

segunda-feira, 20 de junho de 2011

cronicas do reino de jambom interregno

Teias de aranhas reinam no castelo do bardo. Somente o o silencio, nado mais. Onde estara o dono, perguntam as sombras, para vento responder com um assobio melancolico. O reino de Jambom esta em nevoas...

Enquanto na ficcao da vida civil, ha mais a ilusao de se ser Mayakosvy.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Cronicas do Reino de Jambom - Seria Mayakosky?



Era madrugada do ano-novo de 2011 no Castelo. o escritor R. Vidal já havia se despedido da sarau do ano-bom e por isso estava exausto. Não fora a festa que o cansara (como poderia se cansar quando estava com a Senhorita B, Musa Isabel, Barão de Olho D'Água de Pai Mané, Condessa Karinina de la Luna e outros amigos?), mas o nascimento de mais um ano.
R Vidal foi até a sua torre, esperar o nascer do dia. Acendeu algumas velas e ficou olhando a sua escrivaninha. Neles, anda estavam os rascunhos dos cartazes do ano passado, misturado. Numa pasta esquecida na poltrona, estavam os poucos rabiscos poéticos. Ele sentia dúvida. Seria mesmo um Mayakósvky? Queria acreditar que sim: usar sua criatividade para ajudar o novo governo do Reino de Jambom, criar um país mais justo. Aliás, lutara tanto para ter um governo de esquerda, trabalhista, sobre a liderança de Don Ignácio... E eis que ele foi chamado para o governo, dar uma modesta contribuição no Departamento de Agitação e Propaganda. Também não era nada grande, porque ele não tinha ambição. Só que os dias nos estúdios não eram de alegria vermelha. Agitprop também era stress roxa, cansaço verde, riso amarelo para contornar os problemas. E para isso sacrificou alguns saraus e adiou o lançamento dos livros. E pensou no final de Mayakósky. Surgiram dúvidas e uma outra ambição, mas terrena e pessoal tomou conta de teu coração.
Por isso que 2010 foi um ano confuso e estressante e 2011 nascia como uma encruzilhada para o nosso escritor. Encruzilhada que na vida civil é mais complexa, com o concurso para professor, o namoro sério, a necessidade de entrar no mestrado e ter poemas novos pedindo para serem escritos.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

No Reino de Jambom - reflexoes

No reino de Jambom, a noite chega para encerrar mais um domingo. o escritor R Vidal vê a sua escrivaninha predileta com papeis bagunçados. Confundessem projetos de mestrado, literatura e trabalhos de comunicação. Por isso que ele se levanta agora e vai para a janela. Procura no horizonte alguma resposta para uma pergunta que não sabe ainda qual é. Sente angústia - o relógio na praça mostra que o tempo voa. Mas o que ele poderá fazer, a não ser amanhã correr entre o novo cartaz para o Ministério e a leitura de mais um capítulo de Genette?
Enquanto, na ficcção da vida civil, só há trabalho, estudos e concurso. Ano que vêm acontecerá a Bienal e um novo livro de poesia urge de ser lançado...

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Noticias do Reino de Jambom - Copa do Mundo

O Reino de Jambom está em festa: Copa do Mundo, Ano Eleitoral e festa do santo padroeiro - São Junino. Época de acender as fogueiras de Beltane e celebrar. Rapidamente o escritor R Vidal voltou para seu castelo, a fim de acender as fogueiras de Beltane e São Junino, içar as bandeiras políticas no alto das torres. Mas a Copa? Para ele, essa é a única festa em que se abstem: nunca foi de gostar de futebol nem assistir jogo pela televisão. E foi um pouco influência da Princesa Clare du Lune (atual dona de seu coração) que R Vidal resolver entrar na brincadeira e colocar a faixa "#Calaboca, Galvão" no portão de seu castelo.

Já na ficção da vida civil, mais uma copa do mundo, mais um ano eleitoral. E se o Brasil não ganhar, torcer para que Espanha vá até onde puder...

terça-feira, 11 de maio de 2010

Relatos do Reino de Jambom - distancia

O castelo do bardo está silencioso, quase vazio. O escritor R Vidal está em viajando a trabalho e por que cada vez menos fica no Castelo. Paralelo a isso, uma nova musa leva nosso anfitrião a repousar pouco nos seus próprios domínios (não que ele reclame...). E é nestas horas de ócio decorrente que ele se lembra da ficção da vida civil, em que a correria do trabalho e a impossibilidade de acessar o blog faz que o mesmo tenha poucas atualizações...

domingo, 20 de setembro de 2009

Noticias do Reino de Jambom - Artes

Na mais alta torre do Castelo, a tela do computador está em branco. Nenhum texto novo. Idéias não faltam, mas não há tempo para escrever. Bem, também não há do reclamar: Criar cartazes de agitprop para o governo também é arte e um exercício de criatividade para R Vidal.
Na ficção da vida civil, o trabalho como designer gráfico na ASCOM da SESAB tem me sido gratificante.

domingo, 23 de agosto de 2009

Noticias do Reino de Jambom - distancias


R. Vidal mira o horizonte através janela de vidro. Ele não está no seu castelo.Está muito distante. A nova empreitada não permitia mais tempo no castelo. Agora era tempo de tempestades e incertezas quanto ao amanhã no escritório... Por isso que ele rouba um tempo da tempestade para mirar o horizonte e encontra na distância um oráculo para suas decisões.
Por um átimo de segundo, observou um paralelo, uma coincidência emtre ele e Maiakovisky: Ambos de esquerda, vivendo um momento de mudança na vida do país e trabalhando no governo socialista como... arte-finalista!
***********************
Já na ficção da vida civil, só tempestades e interrogações...
??????????????????????????????????????????
??????????????????????????????????????????
??????????????????????????????????????????
??????????????????????????????????????????
??????????????????????????????????????????
??????????????????????????????????????????

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Noticias do Reino de Jambom - O Vazio (twittado)


O Castelo do Bardo, no Reino do Jambom, está vazio. Sua torre de Menagem está sem alma, sem livros voando entre prateleiras, nem passos noturnos de um pensador. Onde está R Vidal? Ele viajou para a Bienal Nacional de Livros e depois tomou um navio, um cruzeiro pelas nuvens. AnaC foi vista em seus braços, dizem as gaivotas que enviam este avigrama. Estaria a visitar sua prima Rosa Ana, Duquesa das Rías de Vigo? Não se sabe... A única certeza é que o castelo ainda é a residência do Bardo Celta.
*****************
Na ficção da vida civil, meu novo trabalho está me ocupando o tempo. Responsabilidade. Nos raros momentos, um novo post twittado...

sábado, 21 de março de 2009

Noticias do Reino de Jambom - Srta B

Renata Belmonte e Állex Leila, 17 de março de 2009
Noite de autógrafos e lançamento dos livros
"Vestígios da Senhorita B" e "O Sol que achuva apagou"

Terça-feira passada foi festa no reino de Jambom: Senhorita B chegou de viagem. Numa visita rápida, mostrou os vestígios por onde passou. Um vestido. Uma cama. Um livro... R Vidal ficou feliz em ver sua e-amiga... De seu Castelo, lançou fogos saudando sua amiga.


Já na ficção da vida civil, a noite de autógrafos na livraria "Tom do Saber" foi ótima!!! Além do lugar ser super-agradável (indicação para o "Café Bombom"), foi bem rever Renata Belmonte. O livro dela, "Vestígios da Senhorita B" é envolvente na sua escrita. Minha e-amiga, obrigado pela lembrança no final do livro e sucesso!!!


01) INDICAÇÃO DO BARDO: Leia o livro, assitam ao curta e acompanheem o blog "Vestígios da Senhorita B". Multimídia da mais alta qualidade.

02) INDICAÇÃO DO BARDO: Leia o livro "O Sol que a chuva apagou", de Állex Leila.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Noticias do Reino de Jambom - um sarau particular




No reino de Jambom, o escritor R Vidal terminava se ajeitar a gravata. Ele ia para um sarau no Kafé Kafka. Em Jambom, este tipo de evento é uma instituição nacional milenar muito prezada por todos e por isso nosso escritor não iria deixar de prestigiar.

Chegou lá a noite. Penumbra. Algumas velas no palco davam o clima de como seria a noite. Lá, R Vidal encontrou-se com artistas plásticos, cineastas, o povo do teatro, políticos de todas as ideologias, ativistas de todas as causas, músicos de todos o naipes, outros escritores, estudantes, professores universitários, garis, freaks, boêmios e imortais de todas as gerações. R Vidal ouviu e declamou poemas. Bebeu um pouco de Cognac e jogou muita conversa fora com desconhecidos. Estava no seu meio e parecia que nada de excepcional aconteceria. mas aconteceu!

Em meio a tantas pessoas, nosso escritor vislumbrou um jovem tímida, com uma trancinhas no cabelo. Parecia um pouco tímida mas seu par de poculos devorava os poemas e as perfomances que ocorria. Seu sorriso melífulo escondia um quê de sensualidade inocente que não poderia passar desapercebido naquele ambiente.

Foi por isso que R Vidal desbravou uma floresta de abraços e saudações até chegar àquela jovem estudante. Vencida e transposta a barreira, R Vidal observou que um pequeno volume de Nietzsche se aninhara no colo dela. Seria a desculpa para se apresentar:

- Olá! Mais que coincidência espetacular! Você está lendo um livro e eu estou escrevendo um, lá no meu castelo! - tinha que reconhecer que a cantada não foi das melhores. Mas o que fazer, para quem estava longe do mercado?

AnaC achou impertinente a apresentação, mas foi com a cara de nosso escritor. Chamou para ficarem junto, sentados no barril de vinho rosê. Conversaram um pouco. Riram muito. suspiravam às vezes. Descobriram que ambos tinham uma amiga em comum. R Vidal gostou da voz meiga e dos olhos emoldurados pela armação em acrílico. AnaC gostou do jeito histriônico com o escritor contava suas viagens em volta da biblioteca. A mão dele era macia, porém um pouco atrevida, insistente no modo de acariciar a sua. Ela estava solteira. Ele também. A lua cheia está linda lá fora. Por que não?

Mais tarde, quando o Sol invadiu uma das torres do Castelo, ele não encontrou o quarto sozinho. Lá, deitada na cama, AnaC assisitia envolta em lençois um sarau particular de R Vidal...

...........................................

Na ficção da vida civil, as coisas não foram tão românticas assim, mas não tenho do que me queixar. Às vezes, realidade e ficção se cruzam a ponto de não se saber o que é real ou não. Deixo que o leitor descubra os fios e os meandros desta crônica.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Noticias do Reino de Jambom - A invasao


No reino de Jambom, o escritor R Vidal foi passar uma temporada fora. Fôra (sorry, Mr O[r]tto Graf von Reforma!) ajudar uma amiga, retornando ao seu passado de jornalista. Foi como voltar ao buraco negro, onde emoções adomercidas e esqueletos surgiam como se ele estivesse na ficção da vida civil.


Passado alguns dia, eis que ele voltou a seu castelo. Qual foi a sua alegria e surpresa diante de uma invasão inesperada! Doce invasão de recados e sorrisos, por conta de um singelo soneto surrela escrito a minh'amigaLina. Caros invasores, muito obrigado! Assim vocês coloriram as paredes do castelo com beijos surreais, grafismos de relógios derrentendo e posteres de filmes de Buñuel. E sintam-se a vontade a invadirem meu castelo que a ponte elevadiça estará sempre abertas para todos vocês...


* * * * * * * * * * * * * * * * * * * *


Quanto a vida civil, agradeço a todos os amigos de Lina Meira, pelas mensagens deixadas. E sintam-se a vonta de visitarem meu blog quantas vezes quiserem... Afinal, ele foi feito para vocês...

José Ricardo da Hora Vidal / Xosé Ricardo Gonzalez Sousa

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Noticias do Reino de Jambom - A_VELA


No alto de sua torre de seu castelo, R Vidal olha o horizonte. O que ele espera encontrar no horizonte? Talvez algum mistério que o inspire... Talvez alguma estrela que o alumbre... Seu livro está na escrivanhinha, repousando, esperando momento que as tormentas se acalmem para que ele possa voar pela janela e conquistar os corações dos leitores.


Neste momento que uma brisa chega com a notícia de umA_VELA foi acesa em Valença. Uma nova academia vem resplander a cultura de sua cidade natal.


Doce notícia de natal...


************************


Enquanto isso, na ficcção da vida, a casa se arruma para o Natal. Não é hoje que haverá serenidade para escrever e pensar a monografia. Lá fora, a algaravia insuportável, um barulho enlouquecedor vindo de um aparelho de som alheio. Há ainda uma angústia surda pelo lançamento de um novo livro. Quando?

domingo, 30 de novembro de 2008

Noticias do Reino de Jambom - manhã perfeita

As manhãs não foram as melhores para o escritor R Vidal. "Manhãs foram feitas para erem dormidas", dizia ele com manha. Mas esta foi diferente.

No dia anterior ele não dormirara para terminae um livro de encomenda. Estava estafado, sem saber como concluir o livro. Por isso achou melhor um pouco cochilar depois do almoço. Quem sabe, mas descansado, ele achava o final que queria? Foi dormir no divã de sua torre-escritório. Literalmente apagou, sob o efeito do Valpolicella.

Acordou um pouco zono. Sonhara com sua idade natal, a casa onde nascera. Achava que era 08h00 da noite. Lá fora um chuva serena de primavera deixava o divã mais convidativo. Ainda enrolado no poncho, ele não foi para escrivanhinha. Ligou a TV, que anunciava a Sessão Insônia. "Já é madrugada... bem, o que fazer? Vou assitir o filme" Pensou ele. Era um filme de fantasia que ele gostava de assisitir quando criança. Ficou assistindo e tomando sorvete (potes que ele guardava no frigobar), numa gostosa travessura que não fazia a muito tempo.

Quando o filme terminou, foi para cozinha. Para sua surpresa, musa isabel deixara na geladeira um prato generosamente cheio de Penne a la Putanesca. Ela sabia que ele gostava deste prato. Ele estava irritadiço, por conta do livro. Em lugar dela reclamar com ele, ela fizera seu prato predileto e deixou guardado na geladeira, para que ele pudesse comer mais tarde, assim que acorda-se.

R Vidal não pensou duas vezes. Ligou o forno de microondas e esquentou o prato. Como ainda havia trabalho por terminar, levou o prato para sua torre-escritório, junto com a garrafa de Valpolicella. Na sua escrivaninha, colocou um guardanapo, para não sujar. Enquanto ia provando a iguaria quando o dia ía amanhecendo. Um dia nublado e com muito vento nascia diante seus olhos...

Como uma manhã perfeita, seus olho logo vislumbraram o final que procurava para seu livro.

*****************************

Na ficção da vida civil, minha manhã começou com um dia nublado, lindo. Um picolé, cinco pedaços de pizza e uma caneca de guaraná era minha alegria numa manhã diferente

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Noticias do Reino de Jambom - Halloween


No Reino de Jambom, o Castelo do Bardo está em festa! Noite de Halloween, o escritor R. Vidal aproveita a data para se divertir e lembrar suas origens celtiberas. Toca gaita gallega, dança, está fantasiado como o vingador de "V de Vendetta", se diverte com seus convidados. Musa Isabel está linda, de fada Titânia. Outros escritores, artistas e intelectuais amigos brincam na festa do castelo.

Na ficção a vida civil, a sala está vazia e calma. Os últimos dias de férias antes do retorno à monografia de conclusão de curso.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Fragmentos de um diário - novas notícias de Jambom

No reino de Jambom, o escritor R Vidal acompanha sua colega de profissão, a "Senhorita B", através do telescópio, a partir da sua janela de seu sobrado. No determinado momento ela entra numa sombra e desaparece, deixando poucos vestígios de seu desaparecimento. Às vezes ela se depara com estes mistérios: escritores desaparecendo em meio à sombras. Sua única reação foi soltar um longo suspiro... Só resta esperar pela sua volta à Blogtopia para daqui a alguns meses.

Enquanto isso, na minha vida civil, aguardo a chegada de alguns livros para finalziar minha monografia. Infelizmente, precisarei adiá-la para o próximo semeste, por conta do atraso do meu cronograma. Fico até envergonhado de dizer isso para minha orientadora. Todavia, é preferível ficar ums emestre a mais na faculdade e escrever uma boa monografia a entregar um trabalho chifrin. Fora isso, falta ainda escrever o relatório de estágio IV e entregar os últimos trabalhos da disciplina "Tecnologia Aplicada ao Ensino de Inglês". Aprovado sei que estou. A questão agora é terminar com nota 10,0 na média final. Espero que minha apresentação sobre Blogs conte como ponto a favor.

Lendo o blog de Renata Belmonte, li seu posts mais recente, anunciando "férias do bloguiverso" por conta das atividades do grupo de pesquisa. Bem, poderia dizer que isso é um consolo e lembrar que todos os escritores não vivem imersos em literatura, que possuímos outros momentos fora da produção literária. É triste, mas é a vida civil que temos de viver.

No reino de Jambom que a história seria outra: R Vidal fecharia o livro da ficcção da vida civil e iria se deitar com sua musa isabel. Outro dia ele procuraria a Senhorita B e voltaria a comentar os livros e os aiatolás culturais. Quem sabe, ele apresentaria a ela suas idéias sobre as histórias da Sociedade do Cruzeiro???

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Fragmentos de um diário - notícias do reino de Janbom

Mais uma madrugada de agosto. Silêncio. Insônia. O que acontece no Reino de Janbom?

Na minha vida civil (aquela que meu corpo precisa viver), estou correndo para terminar o meu estágio IV e preparo-me para atacar minha monografia (graças a Deus pude comprar alguns dos livros que estavam me faltando!!!!). Equanto isso, penso no meu próximo passo: Onde devo fazer meu mestrado? Devo arriscar na UNEB? Como faço para que Elisabete se apaixone por mim? Meu Deus!! E ainda há a eleição municpal deste ano e preciso participar mais na campanha de Salete Lucena... Tantas decisões para tão pouco tempo...

Já no Reino de Janbom, no meio da madrugada, o escritor R Vidal passeia pelas ruas da capital. Ao chegar num cruzamento, debaixo de lampião, ele saca uma garrafa de Chianti e sorve um longo gole de sua fada escarlate. Ao longe, Lima Barreto e Olavo Bilac estão discutindo literatura. Discussão alegre que o escritor irá daqui a pouco participar. E em alguma esconderijo, Che Guevara e Lula planejam a próxima revolução que mudará o mundo. Revolução que o escritor certamente apoiará. Tudo isso sobre um luar plácido das serenatas de Chopin

- O que é uma monografia sobre erotismo feminino, um estágio de ensino de Inglês ou a vida acadêmica diante da beleza das trevas numa noite de tempestade? Pergunta o escritor.

Na sua terra de sonhos, poesia é medida em ouro e as musas estão aos seus pés. No Reino de Jambom, a vida civil é que seria apenas uma página de ficção...

Biblioteca do Bardo Celta (Leituras recomendadas)

  • Revista Iararana
  • Valenciando (antologia)
  • Valença: dos primódios a contemporaneidade (Edgard Oliveira)
  • A Sombra da Guerra (Augusto César Moutinho)
  • Coração na Boca (Rosângela Góes de Queiroz Figueiredo)
  • Pelo Amor... Pela Vida! (Mustafá Rosemberg de Souza)
  • Veredas do Amor (Ângelo Paraíso Martins)
  • Tinharé (Oscar Pinheiro)
  • Da Natureza e Limites do Poder Moderador (Conselheiro Zacarias de Gois e Vasconcelos)
  • Outras Moradas (Antologia)
  • Lunaris (Carlos Ribeiro)
  • Códigos do Silêncio (José Inácio V. de Melo)
  • Decifração de Abismos (José Inácio V. de Melo)
  • Microafetos (Wladimir Cazé)
  • Textorama (Patrick Brock)
  • Cantar de Mio Cid (Anônimo)
  • Fausto (Goëthe)
  • Sofrimentos do Jovem Werther (Goëthe)
  • Bhagavad Gita (Anônimo)
  • Mensagem (Fernando Pessoa)
  • Noite na Taverna/Macário (Álvares de Azevedo)
  • A Casa do Incesto (Anaïs Nin)
  • Delta de Vênus (Anaïs Nin)
  • Uma Espiã na Casa do Amor (Anaïs Nin)
  • Henry & June (Anaïs Nin)
  • Fire (Anaïs Nin)
  • Rubáiyát (Omar Khayyam)
  • 20.000 Léguas Submarinas (Jules Verne)
  • A Volta ao Mundo em 80 Dias (Jules Verne)
  • Manifesto Comunista (Marx & Engels)
  • Assim Falou Zaratustra (Nietzsche)
  • O Anticristo (Nietzsche)