Sua Majestade, O Bardo

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Valença, Bahia, Brazil
Escritor, autor do livro "Estrelas no Lago" (Salvador: Cia Valença Editorial, 2004) e coautor de "4 Ases e 1 Coringa" (Valença: Prisma, 2014). Graduado em Letras/Inglês pela UNEB Falando de mim em outra forma: "Aspetti, signorina, le diro con due parole chi son, Chi son, e che faccio, come vivo, vuole? Chi son? chi son? son un poeta. Che cosa faccio? scrivo. e come vivo? vivo."
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

VINO ET FRATERNITAS - Manifesto do CLUBE BOEMIO

VINO ET FRATERNITAS - Manifesto do CLUBE BOÊMIO

Valença, 30 de janeiro de 2014 (02H16)

A chancelaria do CLUBE BOÊMIO, no uso de suas atribuições literárias e legais, propõe o seguinte manifesto, para consideração de seus membros, como um desejo e uma declaração de princípios a serem seguidos:

а) Considerando que o adágio latino In vino, veritas representa um axioma auto evidente, de que a verdade está na assunção de uma vida livre de dogmas, formada na necessidade crítica de se encarar a realidade;
б) Considerando que a fraternidade é a utopia final de todos os sonhos democráticos que animam a humanidade na sua busca por um futuro melhor e mais humano;
в) Considerando que o caminho real da utopia baseia-se na ideia de que a esquerda é o caminho da redenção humana, e que ser de esquerda implica ter um perene posicionamento crítico em relação à realidade;
г) Considerando que a igualdade e a liberdade são os portais necessários para a constituição de uma vida humanamente feliz e fraterna, esteticamente avançada e tolerante e harmonicamente saudável;
д) Considerando a unidade se encontra na diversidade de pensamentos, que não existe espaço para dogmas e a liberdade de seus membros exporem diversas possibilidades de se encarar o mundo é um direito inalienável; 

O Clube Boêmio etilicamente se manifesta nos seguintes termos, proclamando suas aspirações e seus nortes:

  1. O Clube Boêmio é uma fraternidade contínua e particular de amig@s que acreditam que a juventude é um estado perene de espírito, constituído pela perspectiva de mudança de se construir um mundo melhor, mais tolerante e menos reacionário. 
  2. Ninguém escolhe fazer parte do Clube Boêmio. O Clube Boêmio é quem escolhe quando alguém faz parte dessa fraternidade, no momento em que o indivíduo assume que o ato mais importante da existência é gritar contra um mundo caduco e hipócrita. 
  3. O Clube Boêmio reivindica o direito de não ser uma instituição. O Clube Boêmio existe de facto, não de jure.
  4. O Clube Boêmio é um estado de espírito cosmopolita à esquerda do tabuleiro social. Mesmo que os arautos do dogmatismo digam o contrário, nosso caminho é pela esquerda, porque nunca renunciaremos a uma visão crítica da realidade.
  5. A vida não se restringe a dogmas provincianos. A vida é um exercício perene da crítica sadia, que busca a dialética necessária de se construir um mundo e uma vida melhor e mais humana. Viver é refletir livremente. Viver é ser feliz sem a necessidade de dogmas.
  6. O Clube Boêmio não quer impor regras. Apenas que ter o direito de se reunir livremente e livremente encarar a vida como uma construção dialética, dinâmica e pessoal.
  7. O Clube Boêmio não reconhece autoridade, mas a alteridade. O Clube Boêmio é um espaço em todos aprendem com o outro a chegar a uma síntese harmônica e dinâmica da existência – tanto individual como coletiva.
  8. O Clube Boêmio não é um espaço para a embriaguez irresponsável. É um tempo responsável para uma reflexão livre, animados pela estética do bem beber. O Vinho não é o fim, mas o meio para se estabelecer uma sociabilidade crítica e alegre entre pares.
  9. A arte é o que anima o espírito de grupo do Clube Boêmio. Música, Cinema, Literatura, Filosofia e demais expressões do espírito humano são os meios que fazem do Clube Boêmio esse reservatório pulsante de vida e juventude.

Com base nesses princípios que existimos, como os alegres arqueiros amigos de Robin Hood, do major Policarpo Quaresma e do engenhoso fidalgo Don Quixote de la Mancha. E no vinho sempre estará a verdade!
E ouvindo Tim Maia e Jorge Ben(jor), sabemos que a manhã sempre nascerá rubra, como a esperança de se ter um dia melhor que o outro, e que o outro tem sempre algo a nos ensinar para sermos melhores. 
Mesmo que a espera seja difícil, continuamos esperando. Zazueira!
A felicidade crítica é a prova dos noves. Ser boêmio ou não ser, essa é a decisão. E nada mais tem o que se dizer, exceto: 
Boêmios, uní-vos! Saravá!

(para a aprovação do Comodoro e do Cônsul do Clube Boêmio)

terça-feira, 17 de abril de 2012

Documento-manifesto da juventude valenciana- A GENTE QUER INTEIRO, NÃO PELA METADE!


Documento apresentado e aprovado no I Encontro da Juventude Unida: Uma Valença Possível, realizado no CEMEP, em 14 de abril de 2012

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A GENTE QUER INTEIRO, NÃO PELA METADE!

A gente não quer só dinheiro,
A gente quer inteiro e não pela metade
(…)
A gente não quer só comida
A gente quer comida, diversão e arte.
Comida – Titãs

Durante anos, nossa voz não era ouvida. Fomos considerados imaturos e por isso, nossas opiniões eram descartadas. Nossas demandas ficavam em segundo plano, porque eram vistas como irrelevantes ou que poderiam ser postergadas. Muitas vezes, a preocupação de que “somos o futuro da nação” era apenas um discurso vazio e inócuo, traduzido na prática na velha política do “pão e circo”. Vivenciamos uma cidadania dada pela metade, onde há mais deveres do que direitos.
Mas agora é a hora de mostrarmos nossa cara. Somos a juventude valenciana. Somos do campo e da cidade, da periferia e do centro. Somos 20 mil cidadãos valencianos na faixa de 15 a 29 anos que estamos distribuídos entre estudantes, trabalhadores e desempregados. Somos a faixa da população que mais sofre as consequências do desemprego, da evasão escolar, da falta de formação profissional, das mortes por homicídio, do envolvimento com drogas e com a criminalidade.
Os jovens do campo convivem diariamente com a distância do centro da cidade, que é maior devido ao abandono do poder público. As estradas são ruins e o transporte, precário; dificultando o acesso aos serviços de saúde, à informação e ao lazer. Vive-se no campo com a expectativa do êxodo devido à falta de perspectiva.  A agricultura e a produção de alimentos não são devidamente estimuladas para que haja uma maior geração de renda e qualidade de vida no campo.
No centro da cidade a juventude convive com a falta de emprego e trabalho. Não existem políticas públicas que incentivem o desenvolvimento nem o empreendedorismo. Os bairros periféricos incham, crescem de forma desordenada, desequilibrando o meio ambiente e o convívio social saudável. A educação e a saúde são tratadas no limite das exigências legais e não são vistas como necessárias ao desenvolvimento. Não possuímos políticas públicas de incentivo a prática de esportes, de fomento a cultura e ao lazer. Nossos talentos artísticos, desportivos e culturais são desperdiçados, porque não há projetos que visem o pleno desenvolvimento de suas potencialidades. Espaços de lazer inexistem na cidade, com muitas poucas opções para ocuparmos nossas mentes ¬¬de forma produtiva durante o nosso tempo ocioso – facilitando que as drogas entrem em nossas vidas e prejudiquem nosso amadurecimento.
E agora, quais são os nossos desejos? Onde queremos chegar? Somos interioranos, mas o universo é o nosso limite. Queremos que Valença seja realmente a terra de paz, com mais investimento em educação e segurança pública. Exigimos a intervenção objetiva e clara do poder público. Para tanto, queremos o compromisso efetivo da construção coletiva das políticas públicas, tendo como a garantia do funcionamento da Secretaria Municipal de Juventude e toda a sua estrutura (como Conselho) e a destinação de, no mínimo, 3% do Orçamento Municipal aplicado efetivamente em políticas para a juventude. Enfim, uma secretária municipal de juventude atuante e não apenas decorativa. 
Nós, Jovens Valencianos, precisamos deixar de ser vistos como delinquentes pela sociedade e sim como cidadãos que possuem propostas e demandas próprias, mas que quer colaborar para o progresso de nossa cidade. Nossa contribuição para uma outra Valença possível está sintetizada nos seguintes pontos abaixo:

  1. A qualificação dos equipamentos públicos (como escolas municipais da zona rural e bairros ditos periféricos), dotando-os de uma estrutura com infocentros, quadras poliesportivas, auditórios, entre outros; que supram à carência dos jovens e funcione inclusive nos fins de semana, como Centros Integradores da Juventude.
  2. Melhorias nos acessos entre a zona rural e zona urbana, uma vez que uma depende da outra. 
  3. Requalificação dos nossos pontos de lazer e turismo, como o Guaibim e a nossa Orla Fluvial, e dotar os novos potenciais espaços (como a área das ruínas da antiga fábrica e as cachoeiras locais) de infra-estrutura, organizando e democratizando seu espaço físico, com respeito e cuidado ao meio ambiente, com proteção efetiva da fauna e flora locais. Revitalização das áreas de esportes e criação de espaços para a prática da ginástica rítmica. Criação da Praça do Hip-Hop, aproveitando o espaço no final da Orla Fluvial e que se encontra atualmente abandonado.
  4. Desenvolver mecanismos que permitam que o ensino seja realmente de qualidade, focado na evolução no próprio município e valorizando a nossa região, fazendo com que o jovem não necessite de sair para outras cidades para aprimorar sua formação. Criação de projetos para recuperar o esporte e lazer da nossa cidade, respeitando valorizando nossa cultura. Cursos gratuitos de línguas estrangeiras modernas (inglês, espanhol, etc.) que permite qualificar com mais eficácia o/a jovem valenciano/a.
  5. Lutar para que Valença seja realmente um pólo universitário. Implantação dos campi da Universidade Federal do Recôncavo Baiano e da Universidade Federal do Sul Baiano e fortalecimento do campus XV (Valença) da Universidade do Estado da Bahia. Apoio aos Institutos Federais instalados em nossa cidade.
  6. A garantia da manutenção da Casa do Estudante Valenciano nos diversos centros universitários do Estado, com mecanismos que garantam a sua ocupação e funcionamento de forma democrática e transparente, que atenda a necessidade do/as jovens estudantes os quais não disponham de condições para sua manutenção longe dos seus lares durante seus estudos.
  7. Trazer para a o município de Valença mais pontos de cultura. Criação e Regulamentação do direito da meia-entrada para todos os jovens menores de 30 anos.  
  8. Políticas de incentivo ao desenvolvimento dos talentos locais, tanto no campo esportivo, como no das ciências e das artes. Implantação de cursos livres de artes (música, dança, teatro, circo, etc), que visem à qualificação do jovem artista.
  9. Melhorais no mercado de trabalho para que esses jovens possam ingressar de forma digna no mundo produtivo. 
  10. Políticas públicas de saúde realmente voltadas para a juventude. Um atendimento diferenciado para o jovem na saúde mental, compreendendo que a juventude possui um perfil específico e que precisa ser considerado na hora do atendimento e que permita um tratamento digno e respeitoso para com o paciente.
  11. Pensar a saúde sexual do jovem com seriedade, permitindo que nós possamos vivenciar a nossa sexualidade de forma saudável e responsável.
  12. Que o poder publico reconheça que a dependência química na juventude não é só uma questão de policia, mas também é um problema de saúde publica e que e preciso um tratamento mais humanizado e preventivo.


Acreditamos que, com a união de toda a juventude valenciana, possamos dar a esta cidade uma nova cara, com respeito à identidade do nosso povo e, ao mesmo tempo, contribua para o seu progresso. Durante anos, nossa voz foi sufocada. É a hora de aquecermos nossas gargantas e libertar nosso grito de indignação e as nossas idéias. Desejamos uma cidade mais justa, igual e fraterna, com o direito de ir e vir plenamente assegurado, permitindo que nós possamos ser REALMENTE o futuro e o presente de nossa nação. Mais do que isso, queremos mostrar que, com uma juventude unida, outra Valença é possível!


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

MAIS DENDE PARA CULTURA VALENCIANA - Carta Aberta

MAIS DENDÊ PARA CULTURA VALENCIANA

(Carta Aberta à Conferência Municipal de Cultura – Valença)

Artistas e Intelectuais de Valença

SaudaçõeS

Nos últimos recebi por e-mail as notícias sobre a Conferência Municipal de Cultura que será realizada em Valença no próximo dia 16 de outubro. Dentre os e-mails, um pedia o apoio à escolha de Adriano Pereira como um dos delegados que representará nossa cidade nas outras conferências mais abrangentes. Infelizmente, não poderei estar na minha cidade e participar deste fórum devido aos compromissos profissionais que tenho aqui em Salvador. Contudo, se eu estivesse aí no dia, uma coisa seria certa – escolheria Adriano como um dos nossos delegados, para que ele ajude a trazer mais dendê para a cultura de nosso município.

Nossa cultura é rica e saborosa como uma boa moqueca de camarão. Possuímos uma história rica que ainda estar por se descobrir. Possuímos escritores e escritoras presentes em academias e nos pódios de concurso que reafirmam uma tradição literária municipal do qual fazem parte nomes como os de Fábio Luz e Conselheiro Zacarias. Possuímos artistas plásticos de renome internacional. Possuímos, ao lado desta cultura erudita, uma cultura popular forte como o sertanejo de Euclides da Cunha ­- mesmo na adversidade e com falta de recursos, ela brilha e resiste sempre. Todavia, a nossa moqueca sofre com a falta de dendê. Falta mais investimentos, articulação entre os poderes públicos (principalmente com o municipal), sensibilidade de que cultura é investimento. Publicação de livros, patrocínio à eventos culturais e apoio a grupos folclóricos é geração de renda, prevenção à delinqüência juvenil, é promoção da cidadania. Falta colocar mais dendê nesta moqueca para ela possa mostrar toda a sua complexidade de sabores.

Para isso que o nome de Adriano surge como dos mais indicados para levar nossas opiniões e reivindicações nas conferências regional e estadual, que serão realizadas mais na frente. Ele é o idealizador e catalisador do projeto "Ocupação Cultural" ­­– que atualmente dá um novo sopro para a vida intelectual da Valença. Ele trafega por entre o mundo do teatro, os domínios da crítica cultural, o universo dos blogues, os altares da escrita. Ele está nas ruas fazendo teatro popular e estar nas academias, discutindo e propondo teorias. Adriano não apenas "faz arte" - ele agita, produz, reflete e transforma a cultura. Sendo ele um intelectual agitador e militante, ele se coloca como um dos mais aptos a levar a "moqueca cultural" de Valença para os debates sobre a cultura baiana e a trazer novas idéias e dendê para nós.

Bem, essa é a palavra que eu gostaria de trazer para vocês. Apesar de morar hoje em Salvador, meu coração ainda está aqui e meus olhos e ouvidos acompanham atentamente nossos jornais e nossas rádios. Na minha literatura eu trago as marcas de quem se criou às margens do Rio Una. Lamento não poder estar nos debates da conferência municipal de cultura. Contudo, endosso o nome de meu amigo e colega intelectual Adriano Pereira.

Nossa cidade possui uma produção cultural vastíssima que precisa se descoberta. Se houver apoio, a cultura de Valença poderá ir além da saborosa moqueca que já produzimos. Temos potencial para uma grande mariscada de poesia, ensaios, polêmicas, teatro, música, debates, folclore, teorias e práticas. Falta colocar mais dendê nela. Adriano Pereira, meu chapa – porque você não vá buscar este dendê nas Conferências Regional e Estadual de Cultura?

Cordialmente

Ricardo Vidal

Escritor valenciano, autor do livro "Estrelas no Lago" e do blog "Castelo do Bardo Celta", participou de diversas antologias da CBjE, 03º lugar no concurso nacional de poesia da revista Iararana e duas vezes menção honrosa no Concurso de Poesia da Academia de Letras do Recôncavo. Graduando em Letras | Inglês na UNEB (campus Salvador)

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

OCUPAÇÃO CULTURAL - Centro de Cultural de Valença



Ocupação. Ocupar espaços. Ocupar o tempo. Preencher o vazio.

Ocupação. Preencher vazios... Quais vazios? Vazio de tempo. Vazio de Lugar. Vazio de Gente. Vazio de Cultura. Vazio de Beleza. Vazio de Sensações.

Ocupação cultural. Ocupar a mente com beleza. Ocupar os espaços públicos com o povo. Ocupar a vida com a arte. Ocupar sem culpas aquele lugar que é nosso de direito.

Ocupação cultural. Todas artes sem censura. Todas as falas sem medo. Todos os lugares sem barreiras. Todos os sons sem traumas. Todas as visões sem dogmas. Todos os movimentos sem divisões. Todas as imagens sem vergonha.

Ocupação cultural - só falta você e a sua turma - VENHA!!!!

OCUPAÇÃO CULTURAL - Sarau e festa lítero-artística-cênico-pictórico-musical na cidade de Valença-BAHIA

Local: Centro de Cultura Olívia Barradas - Valença (Rua Maestro Barrinha, Graça)
Data: Sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Horário: 18 horas

Presença de artistas locais e convidados, gratuita e aberta ao público.

Biblioteca do Bardo Celta (Leituras recomendadas)

  • Revista Iararana
  • Valenciando (antologia)
  • Valença: dos primódios a contemporaneidade (Edgard Oliveira)
  • A Sombra da Guerra (Augusto César Moutinho)
  • Coração na Boca (Rosângela Góes de Queiroz Figueiredo)
  • Pelo Amor... Pela Vida! (Mustafá Rosemberg de Souza)
  • Veredas do Amor (Ângelo Paraíso Martins)
  • Tinharé (Oscar Pinheiro)
  • Da Natureza e Limites do Poder Moderador (Conselheiro Zacarias de Gois e Vasconcelos)
  • Outras Moradas (Antologia)
  • Lunaris (Carlos Ribeiro)
  • Códigos do Silêncio (José Inácio V. de Melo)
  • Decifração de Abismos (José Inácio V. de Melo)
  • Microafetos (Wladimir Cazé)
  • Textorama (Patrick Brock)
  • Cantar de Mio Cid (Anônimo)
  • Fausto (Goëthe)
  • Sofrimentos do Jovem Werther (Goëthe)
  • Bhagavad Gita (Anônimo)
  • Mensagem (Fernando Pessoa)
  • Noite na Taverna/Macário (Álvares de Azevedo)
  • A Casa do Incesto (Anaïs Nin)
  • Delta de Vênus (Anaïs Nin)
  • Uma Espiã na Casa do Amor (Anaïs Nin)
  • Henry & June (Anaïs Nin)
  • Fire (Anaïs Nin)
  • Rubáiyát (Omar Khayyam)
  • 20.000 Léguas Submarinas (Jules Verne)
  • A Volta ao Mundo em 80 Dias (Jules Verne)
  • Manifesto Comunista (Marx & Engels)
  • Assim Falou Zaratustra (Nietzsche)
  • O Anticristo (Nietzsche)