Sua Majestade, O Bardo

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Valença, Bahia, Brazil
Escritor e Professor de Literaturas Anglófonas. Autor do livro "Estrelas no Lago" (Salvador: Cia Valença Editorial, 2004) e coautor de "4 Ases e 1 Coringa" (Valença: Prisma, 2014). Licenciado em Letras/Inglês pela UNEB-Campus Salvador. Falando de mim em outra forma: "Aspetti, signorina, le diro con due parole chi son, Chi son, e che faccio, come vivo, vuole? Chi son? chi son? son un poeta. Che cosa faccio? scrivo. e come vivo? vivo."

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Liberdade - Tragedia Existencial


(21h12) Salvador; 28 de julho de 2010.
Romeu olhou o cardápio. Apesar de dever o cheque ouro até quase o limite e faltando um dia para o crédito do salário, ele não se furtou de beber alguma coisa no “Rei do Mate” do Shopping Galeria, na noite de quarta-feira. Limitou-se, contudo, a um mate quente com cravo e canela – sem o costumeiro quiche de alho-poró. Pagou com moedas arduamente garimpadas de suas algibeiras.
Cansado de um dia modorrento na repartição onde trabalha, Romeu escolheu uma mesa no canto da lanchonete, vizinha a um grupo de publicitárias balzaquianas (sozinhas estariam elas? pensou Romeu), vestidas de blazer azul-pastel, cabelos soltos e independência. Elas discutiam elétricas o conceito de um website numa ilha própria de existência. Uma delas, presumivelmente a mais velha e com o corpo moldado pela ginástica, possuía uma discreta tatuagem tribal na região do cóccix, semi-coberta pela calcinha de algodão. Romeu não deixou de perceber o detalhe da tatuagem. Olhou discretamente. Se ele desejou não se sabe, pode ter sido frações de segundos que escaparam ao narrador.
A verdade é que ele não estava com cabeça para flertes. Não seria canalha para trair Julieta sua noiva. E mesmo que fosse canalha para tanto, sua cabeça voava alhures com tantas preocupações: Os carimbos que lhe roubam o tempo, o projeto de mestrado sempre adiado, a inscrição no próximo concurso artístico, matrícula mal-vinda na auto-escola, o cheque ouro no vermelho, a compra de uma casa só sua, a enxaqueca que o perseguia teimosamente, uma vontade louca de mudar de ares - enfim, a eterna luta entre o ser, o querer e o dever.
Para arejar a cabeça durante a preparação do mate, Romeu sacou de sua bolsa-carteiro um volume de Simone de Beauvoir. Leu alternando as linhas sobre o Egito com a bela Tatuagem tribal da mesa vizinha. A leitura estava tão instigante que ele quase não percebeu  a garçonete pondo a xícara na mesa.
Colocou o livro de lado. Pegou papel e caneta e sorveu o primeiro gole. Ah, volúpia de oboés e jasmins era a quentura do mate descendo pela sua garganta. Os sabores intensos e vermelhos eram sinfonias asperamente macias que Romeu sentia naquele momento. O corpo ficava leve. Já não havia peso de carimbos (deixados para trás há duas horas) nem limite estourado de conta corrente. Melhor, a Tatuagem tribal da mesa vizinha se contorcia em ondas diante dos seus olhos. Estava leve, livre. Como a muito não se sentia.
Romeu bebeu mais um gole. Canela com matizes de fagotes tocando sinfonias amarelas. Isso limpava a pintura pequeno-burguesa que sua noiva lhe pintava nos últimos meses. Beber o mate do pacato Doutor Jekyll o fazia esquecer da maldita carteira de motorista que deveria tirar. Também não havia mais feijoada em família, cerveja com os amigos, prestação vencida e obrigações financeiras futuras. Não havia mais o Romeu encenando a comédia da vida civil: folha-de-ponto pontualmente preenchida, diploma superior na parede, o bom-mocismo de um filho de família classe média e católica, noivo fiel e honesto. O que havia era um Romeu boêmio, refinado, inteligente, sedutor (talvez). O Romeu de seus livros. Era o mesmo o Romeu de sempre e ao mesmo tempo diferente. Um Romeu que só surgia nestes mates clandestino, longe da vida civil.
(Não sei Romeu percebeu agora, mas a Tatuagem tribal da mesa ao lado parecia possuir uma aliança no dedo. Ele não se ligou nesse lance. Para mim, que sou o narrador, este detalhe é importante, só que infelizmente não captei. Seria ela casada ou comprometida? Essa era dúvida. Mas desde quando isso seria empecilho para uma aventura? Se era anel o que ela usava, isso não a impediria de ter uma aventura. Afinal, Ana Karenina e Madame Bovary, eis os exemplos. Só que isso colocava então outra questão para a história: Romeu trairia o seu nome? Talvez, para que a história ganhasse sabor humano. Olhando novamente para a situação, vejo que seria interessante dizer que as balzaquianas estavam cochichavam sobre o meu personagem. Não as ouço bem. Talvez não, elas poderiam estar conversando sobre o website - o que seria naturalmente mais interessantes para elas do que olhar para um personagem de conto. Nem sempre podemos pedir que as personagens sigam os caminhos que autores traçaram previamente e por isso fica apenas a impressão de elas passaram a olhar o Romeu, este personagem que para elas se mostrava misterioso, entretido com o seu mate e as anotações que começara a fazer então e as quais nem imaginavam por onde caminhavam os pensamentos dele. Voltemos para Romeu).
Com mais da metade da xícara vazia, Romeu deixou de divagar. Já não mais se sentia uma célula metropolitana, que mecanicamente cumpri normas e horários. Estava livre dos compromissos, da vida tributada e vazia. Não se sentia mais oprimido. Libertara seu Senhor Hyde, bem mais calmo, sem os abusos e excessos. Olhou novamente para Tatuagem tribal. Era linda, pensou ele. E seus pensamentos seguiram livres: Ficção Steampunk, o sonho de ser professor de estética, palestras sobre Nietszche e Simone de Beauvoir, uma casa no campo. De vez em quando Romeu rabiscava uns tópicos, alguma coisa intraduzível, pessoal…
– Olá! Você está nos desenhando? – a pergunta vinda de uma das balzaquianas da mesa vizinha trouxe Romeu de volta à realidade.
– Não. Estou rascunhando algumas idéias sobre estética e feminismo. – Respondeu Romeu, ainda tonto. – É um projeto para meu mestrado.
– Ah! Bem que você possui cara de professor! Bom trabalho para você.
Logo depois a lanchonete fechava suas portas. As balzaquianas se levantavam. A mulher com tatuagem tribal sorriu para Romeu e se despediu. Elas se perderam na multidão que saia do Shopping.
Romeu saiu depois. Voltava para as correntes da realidade cotidiana. Nunca mais veria aquela tatuagem tribal. No outro dia reveria sua Julieta, com quem dois anos se casaria e compraria contrariado um carro, enquanto morava de aluguel. Tentaria um mestrado algum dia? Não sei. O que eu sei é não foi desta vez que ele ficou completamente livre.

domingo, 11 de julho de 2010

Fragmentos de um diario - final do copa do mundo


Ironia do destino? Acabo de ver que um holandês visitou o meu blog hoje, dia 11 de julho de 2010. Ironia, porque, tendo dupla nacionalidade (brasileira e espanhola), não posso deixar de ver uma certa ironia: A Holanda adiou a possibilidade de minha pátria brasileira (onde nasci) sonhar com hexacampeonato. Mas a minha pátria espanhol (herdada do meu sangue paterno) está jogando uma final inédita da Copa do Mundo...

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NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA

Enquanto escrevo este post, a Iniesta acaba de fazer o gol do campeonato. Espanha ganha de 1 x 0 para Holanda, no final do 02° tempo da prorrogação.
ESPANHA CAMPEÃ MUNDIAL!!!! Não foi o Brasil, mas estou feliz! Espanha ganha seu primeiro título no futebol... 60 anos depois do quarto lugar, na Copa do Mundo realizada no Brasil.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Fragmentos de um diario - Jabulani

Nunca fui fã de futebol. Mesmo amigos tem isso como uma verdade incontesti, da mesma forma que a Terra gira em torno do Sol e a fórmula química da água é H2O. Tanto não sou fã que aos jogos do Brasil na Copa eu fico infiferente. Na Copa de 1994, fiquei chateado com a invasão da minha mãe ao meu quarto, para assistir a final com a Itália. Em 2002, eu estava tentando dormir o resto da manhã enquanto o país vibrava com a final contra Alemanha. E para chatear meus interlocutores que viesse com clichês de conversa de botequim (como forma de me esquivar de horas de aporrinhação), eu disparava: Torço pela Espanha! Mesmo que ela não tivesse classificada, eu torço pela "Furia Roja". Torcia, sem assistir ao jogo e tratando vitória e derrota com a mesma fleuma.

No fundo (o que muitas pessoas não se davam conta) é que eu não gosto de futebol. E só torço pela Espanha porque tenho a dupla-nacionalidade, minha famália possuem origens galegas. E no mais, eu quero é evitar a conversa chata e repetitiva de muitos "boleiros". Não há situação mais irritante que assistir "discussões" no qual se escuta pérolas como "quem vive de museu é passado" ou "os jogadores brasileiros são mercenários, não tem amor a camisa". Conversas como participei durante o curso de Letras, na copa de 2004, em que se fazia análises ponderadas sobre a evolução do futebol no Brasil, diferenças culturais refletidas nos estilos das seleções ou a estética do jogo, eu até apreciava. Só que este refinamento são raros.O restante é verborragia, clichês, senso comuns ou reprodução hipnótica de comentários ouvidos alhures na TV. Isso para não falar dos fanáticos, que transformam o esporte numa religião - em seu pior sentido: alienação pura surgida de dogmas.

Se uma pessoa como eu já não gosta do esporte, imagine ter que conviver com uma situação dessa? Para mim, o mais sensato é fugir disso, nada contra a corrente, escolher um time médio ou que atualmente esteja longe das vitórias. Se me perguntam "Você é Bahia ou Vitória?", digo que torço pelo Galícia E.C. Nem mis falo que torço pelo Santos F.C., que só tinha minha simpatia devido ao meu primeiro time de futebol de botão... "Pelé ou Maradona"? Só respondo "Pelé" para sacanear os argentinos. Agora, se me perguntar "Edmundo ou Zidane", "Vampeta ou Marcelinho Carioca", "Zico ou Sócrates", para mim, o melhor jogador é Nietzsche e Karl Marx, na zagua da filosofia alemã; Fernando Pessoa(s), Florbela Espanca, Manuel Bandeira e Vinícus de Moares no meio de campo da poesia lusófona e Goethe como atacante da literatura mundial. Kaput!

Só que este ano, esta Copa foi um pouco diferente. Devido a namorada (ah, este eterno mistério feminino....) e a turma do trabalho, pela primeira vez na vida, passei a torcer pelo Brasil e pela Espanha. Torcer de vestir camisas amarela e vermelha e assistir jogo na TV. Assistir, em termos, porque eu dormia durante parte do jogo... Imaginava a final Brasil e Espanha, com a vitória da Espanha (se bem que o que me interessaria seria a festa). Só que a Seleção Canarinho foi espremida pela Laranja Mecânica. Repetiu-se 1974 (ou 1978?). E se a Fúria não passa-se? Juro que não ficaria triste. Só que passou pela Alemanha. Final Holanda X Espanha. Um campeão inédito desde 1978. Quem será? reconheço os neerlandeses como uma grande time que merecia o título. Só que sou neto de galego, cidadão espanhol per juris sanguinis... Domingo é dia de vestir vermelho e gritar: ¡Arriba, España! Vantagens de quem possui dupla-nacionalidade...

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Curriculum lattes - atualizado

CURRÍCULO LATTES


Dados Pessoais

Nome:           José Ricardo da Hora Vidal

http://lattes.cnpq.br/2078562764324075 

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Formação Acadêmica/Titulação

2004 - 2009           Graduação em Licenciatura em Língua Inglesa e suas Literaturas.

                            Universidade do Estado da Bahia, UNEB, Salvador, Brasil

                            Título: O olhar de Marianne: Um estudo sobre o voyeurismo no conto de Anaïs Nin

                            Orientador: Sônia Maria Davico Simon

1996 - XXXX         Graduação incompleto(a)  em Bacharelato em Comunicação Social.

                            Universidade Federal da Bahia, UFBA, Salvador, Brasil

                            Ano de interrupção: 2003

1993 - 1995           Ensino Médio (2o grau).

                            Educandário Paulo Freire, EPF, Brasil

1989 - 1994           Ensino Fundamental (1o grau / Ginásio).

                            Colégio Social de Valença, SOCIAL, Brasil


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Formação complementar

 

1995 - 1995           Curso de curta duração em Comunicação Instrumental.

                            Centro Federal de Educação Tecnológica / BA - Unid Descentralizada de Vça, CEFET/UNED-VCA, Brasil

 

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Atuação profissional

 

1. Secretaria da Saúde do Estado da Bahia - SESAB

2009 - Atual          Vínculo: Cargo comissionado , Enquadramento funcional: Secretário Administrativo I , Carga horária: 40,  Regime: Integral


2. Secretaria da Educação do Estado da Bahia - SEC/BA

2009 - 2009           Vínculo: Cargo comissionado , Enquadramento funcional: Coordenador IV / Técnico em Educação , Carga horária: 40,  Regime: Integral

3. Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE

1998 - 2000           Vínculo: Contrato Temporário , Enquadramento funcional: Agente de Pesquisa , Carga horária: 40,  Regime: Integral


4. Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado da Bahia - SINTEF

2000 - 2003           Vínculo: Estágio Extra-curricular , Enquadramento funcional: Estagiário em Jornalismo , Carga horária: 30,  Regime: Parcial

 

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Áreas de atuação

1.                          Educomunicação

2.                          Literatura e Erotismo

3.                          Literatura Feminina

4.                          Línguas Estrangeiras Modernas

5.                          História Regional do Brasil

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Idiomas

Inglês                   Compreende Razoavelmente , Fala Razoavelmente, Escreve Razoavelmente, Lê Bem

Espanhol              Compreende Pouco , Fala Pouco, Lê Razoavelmente

Francês                Lê Pouco

Italiano                Fala Pouco, Lê Pouco

Português            Compreende Bem , Fala Bem, Escreve Bem, Lê Bem

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Prêmios e títulos

2009                     Menção Honrosa - IV Concurso de Poesias da ALER, Academia de Letras do Recôncavo

2009                     Moção de Aplausos, Câmara Municipal de Valença

2007                     Menção Honrosa - III Concurso de Poesias da ALER, Academia de Letras do Recôncavo

2005                     Menção Honrosa - II Concurso de Poesias da ALER, Academia de Letras do Recôncavo

2003                     Prêmio Iararana de Poesia, Iararaba - revista de arte, crítica e literatura

2002                     Amigo da UMES, União Municipal dos Estudantes Secundaristas - Valença

1995                     Prêmio Destaque 95, Educandário Paulo Freire

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Produção em C, T& A

 Produção bibliográfica

 

Livros publicados

1. VIDAL, Ricardo. Estrelas no Lago. Salvador : Jose Ricardo da Hora Vidal, 2004, v.1. p.52.

 

Artigos em jornal de notícias

1. VIDAL, Ricardo. Anedotas do Conselheiro e do Barão. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.29 - 29, 2009.

2. VIDAL, Ricardo e PEREIRA, Adriano. Que venham as flores. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.06 - 06, 2009.

3. VIDAL, Ricardo. Vestígios Poéticos e Existenciais de Renata Belmonte. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.24 - 24, 2009.

4. VIDAL, Ricardo. Balada para o Progresso de Valença (poema). jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.21 - 21, 2008.

5. VIDAL, Ricardo. Borboleta (poema). jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.09 - 09, 2008.

6. VIDAL, Ricardo. Canto da Primavera (poema). jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.15 - 15, 2008.

7. VIDAL, Ricardo. Cinqüentenário de um livro esquecido. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.17 - 17, 2008.

8. VIDAL, Ricardo. Floradas (poema). jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.07 - 07, 2008.

9. VIDAL, Ricardo. Mulheres sem vergonha... de escrever sobre sexo. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.25 - 25, 2008.

10. VIDAL, Ricardo. Na Colina do Amparo (poema). jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.12 - 12, 2008.

11. VIDAL, Ricardo. Os Contos Zero-Zero de Patrick Brock (uma resenha do livro. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.28 - 28, 2008.

12. VIDAL, Ricardo. Perfil de um Mestre: Professor Brasílio. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.17 - 17, 2008.

13. VIDAL, Ricardo. Poema em Calda de Chocolate (poema). jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.9 - 9, 2008.

14. VIDAL, Ricardo. Vila Operária de Valença. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.09 - 09, 2008.

15. VIDAL, Ricardo. Aniversário do Conselheiro Zacarias. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.20 - 21, 2007.

16. VIDAL, Ricardo. O Beijo (poema). jornal VALENÇA AGORA. Valença, 2007.

17. VIDAL, Ricardo. O Lado Recôncavo de Valença. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.06 - 06, 2007.

18. VIDAL, Ricardo. O Retorno Econômico das Faculdades para Valença. jornal VALENÇA AGORA. Valença, p.08 - 08, 2007.

19. VIDAL, Ricardo. Entardecer no Inverno (poema). jornal COSTA DO DENDÊ. Valença, p.02 - 02, 2003.

 

Artigos em revistas (Magazine)

1. VIDAL, Ricardo. Vestígios Poéticos e Existenciais de Renata Belmonte. revista eletrônica Verbo 21 - cultura e literatura. Salvador, 2009.

2. VIDAL, Ricardo. Canção para Avalon. Iararana - revista de arte, crítica e literatura. Salvador, p.60 - 60, 2003.

3. VIDAL, Ricardo. Cântico dos Lírios. Iararana - revista de artes, crítica e literatura. Salvador, p.60 - 60, 2003.

4. VIDAL, Ricardo. Entardecer no Inverno. Iararana - revista de arte, crítica e literatura. Salvador, p.60 - 60, 2003.

 

Apresentação de Trabalho

1. VIDAL, Ricardo. Sob o Signo de Toth: Uso e Tipos de textos no Ensino de Língua Inglesa, 2008.  (Comunicação, Apresentação de Trabalho)

 

Demais produções bibliográficas

1. VIDAL, Ricardo. As Lendas do Amparo. IN DIVERSOS, Livro de Ouro do Conto Brasileiro. Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2009. (Outra produção bibliográfica)

2. VIDAL, Ricardo. Paz na cama (de quem ama). IN DIVERSOS, Sensualidade em Prosa e Versos (edição 2009). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2009. (Outra produção bibliográfica)

3. VIDAL, Ricardo. Sangue das Vinhas. IN DIVERSOS, Panorama Literário Brasileiro 2009/2010 POESIA (As melhores poesias de 2009). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2009. (Outra produção bibliográfica)

4. VIDAL, Ricardo. Sangue das Vinhas. IN DIVERSOS, Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos (volume 56). Rio de Janeiro, RJ:Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2009. (Outra produção bibliográfica)

5. VIDAL, Ricardo. Um Charuto em Paris. IN DIVERSOS, Novos Talentos do Conto Brasileiro. Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2009. (Outra produção bibliográfica)

6. VIDAL, Ricardo. Farol do Desejo (Aquele Beijo...). IN DIVERSOS, Sensualidade em Prosa e Versos (edição 2008). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2008. (Outra produção bibliográfica)

7. VIDAL, Ricardo. Iara-mirim. IN DIVERSOS, Antologia de Contos Fantásticos (volume 17). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2008. (Outra produção bibliográfica)

8. VIDAL, Ricardo. O Beijo. IN DIVERSOS, Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos (volume 34). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Poetas, 2007. (Outra produção bibliográfica)

9. VIDAL, Ricardo. O Beijo. IN DIVERSOS, Panorama Literário Brasileiro 2007/2008 POESIA (As melhores poesias de 2007). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2007. (Outra produção bibliográfica)

10. VIDAL, Ricardo. Cântico dos Lírios. IN DIVERSOS, Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos (volume 10). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2004. (Outra produção bibliográfica)

11. VIDAL, Ricardo. Cântico dos Lírios. IN DIVERSOS, Panorama Literário Brasileiro 2004/2005 POESIA (As 100 melhores poesias de 2004). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2004. (Outra produção bibliográfica)

12. VIDAL, Ricardo. O Farol e o Mar. IN DIVERSOS, Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos (volume 08). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 2004. (Outra produção bibliográfica)

13. VIDAL, Ricardo. Retrato de Família. IN DIVERSOS, Antologia de Contos de Autores Contemporâneos (volume 01). Rio de Janeiro, RJ: Câmara Brasileria de Jovens Escritores, 2004. (Outra produção bibliográfica)

14. VIDAL, Ricardo. Saudades. IN DIVERSOS, Quase Escritores. Valença, BA:Educandário Paulo Freire, 1994. (Outra produção bibliográfica)

 

Eventos

Participação em eventos

1. curso de Capacitação para Lideranças e Educadoras/es Quilombolas, 2010.  (Oficina)

2. I Seminário Internacional Enlaçando Sexualidade, 2009.  (Seminário)

3. Videoconferência "Agora a História é outra: Conciência Negra na Educação da Bahia", 2008.  (Outra)

4. Jornada de Estudos Canadenses, 2008.  (Seminário)

5. I SELETRAS - Seminário de Estágio de Letras da UNEB, 2008.  (Seminário)

6. 1º Fórum Baiano de Educação Especial, 2008.  (Outra)

7. SECULT - Seminário de Cultura e Letra de Música, 2006.  (Seminário)

8. I Congresso da REDECOM Bahia, 2002.  (Congresso)

9. I COMBAHIA - Encontro sobre Novas Tecnologias de Comunicação, 1997.  (Encontro)

 

Organização de evento

1. RAMOS, M. R., VIDAL, Ricardo, SILVA, FAB, ADORNO, A.S., FERREIRA, P. II Videoconferência de Educomunicação, 2009.  (Outro, Organização de evento)

2. VIDAL, Ricardo, SILVEIRA, Cristiano, MIRANDA, Nalu Aula Temática "Literatura e Cultura Negra, Afro-descendente e Africana", 2008.  (Outro, Organização de evento)

 

Outras informações relevantes

1. Participou das primeiras edições do evento "Ocupação Cultural", recital de artes que reune os artistas da região do Baixo Sul / Bahia. Na ocasição, declamou poemas de sua autoria e fez leituras cênicas do livro "Amar - verbo instransitivo" de Mario de Andrade.



O INTERNET EXPLORER 8 DÁ DICAS DE SEGURANÇA PARA VOCÊ SAIBA MAIS!

Biblioteca do Bardo Celta (Leituras recomendadas)

  • Revista Iararana
  • Valenciando (antologia)
  • Valença: dos primódios a contemporaneidade (Edgard Oliveira)
  • A Sombra da Guerra (Augusto César Moutinho)
  • Coração na Boca (Rosângela Góes de Queiroz Figueiredo)
  • Pelo Amor... Pela Vida! (Mustafá Rosemberg de Souza)
  • Veredas do Amor (Ângelo Paraíso Martins)
  • Tinharé (Oscar Pinheiro)
  • Da Natureza e Limites do Poder Moderador (Conselheiro Zacarias de Gois e Vasconcelos)
  • Outras Moradas (Antologia)
  • Lunaris (Carlos Ribeiro)
  • Códigos do Silêncio (José Inácio V. de Melo)
  • Decifração de Abismos (José Inácio V. de Melo)
  • Microafetos (Wladimir Cazé)
  • Textorama (Patrick Brock)
  • Cantar de Mio Cid (Anônimo)
  • Fausto (Goëthe)
  • Sofrimentos do Jovem Werther (Goëthe)
  • Bhagavad Gita (Anônimo)
  • Mensagem (Fernando Pessoa)
  • Noite na Taverna/Macário (Álvares de Azevedo)
  • A Casa do Incesto (Anaïs Nin)
  • Delta de Vênus (Anaïs Nin)
  • Uma Espiã na Casa do Amor (Anaïs Nin)
  • Henry & June (Anaïs Nin)
  • Fire (Anaïs Nin)
  • Rubáiyát (Omar Khayyam)
  • 20.000 Léguas Submarinas (Jules Verne)
  • A Volta ao Mundo em 80 Dias (Jules Verne)
  • Manifesto Comunista (Marx & Engels)
  • Assim Falou Zaratustra (Nietzsche)
  • O Anticristo (Nietzsche)