Sua Majestade, O Bardo

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Valença, Bahia, Brazil
Escritor e Professor de Literaturas Anglófonas. Autor do livro "Estrelas no Lago" (Salvador: Cia Valença Editorial, 2004) e coautor de "4 Ases e 1 Coringa" (Valença: Prisma, 2014). Licenciado em Letras/Inglês pela UNEB-Campus Salvador. Falando de mim em outra forma: "Aspetti, signorina, le diro con due parole chi son, Chi son, e che faccio, come vivo, vuole? Chi son? chi son? son un poeta. Che cosa faccio? scrivo. e come vivo? vivo."

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Pequeno como uma Pérola

Pequeno como uma Pérola: Um brevíssimo ensaio sobre Contos

(tradução do ensaio cujo original é em língua inglesa, entregue como parte da avaliação na disciplina "Conto em Língua Inglesa", ministrada pela profa. Sônia M. D. Simon)

Salvador, 15 de agosto de 2006
[tradução em Salvador, 27 de dezembro de 2007]


Less than a pearl in a sea of stars
Roma Ryan and Enya



Pelo senso comum, Conto é uma breve narrativa em prosa que é pequeno como uma pérola. Um romance pode ser um diamante tão grande como o Ritz Hotel – nunca um conto! Ele terá todas as características de uma romance, porém em menor escala. O tempo é curto e o enredo terá poucos eventos. Mas, qual deve ser o tamanho de um conto?Ou, será o tamanho apenas a única característica que determina a natureza do conto?Quais outras características precisam ter um conto?



Sobre quão longo (ou curto) pode ser um conto, nós temos diferentes visões. Observando a definição do Dicionário para Cambrigde Advanced Learners Dicitionary (02ª edição), um conto teria cerca de 10.000 palavras de extensão. Um grupo de autores escolheu determinar o tamanho de conto em cerca de 7500 palavras; outro, grupo, em 15.000 palavras. Ou seja, um conto teria algo em torno de 05 páginas e a estória deveria um único capítulo. Mas existem contos extensos que possuem 10. 15, até 30 páginas! Como exemplo destes contos extensos nós temos “Financiando Finnegan” de Scott Fitzgerald com cerca de 10 páginas; “Bola de Sebo” de Guy de Maupassant, com 33 páginas e “O Alienista” de Machado de Assis com mais ou menos 38 páginas. No outro extremo, existem contos que são tão cabe em apenas meia página, como alguns textos de Inácio de Loyolla Brndão e Evandro Affonso Ferreira (autor da coletânea “Grogotó”). Assim, o número de páginas não determina quão curto deve ser um conto. Como diz Edgar Allan Poe, o tamanho de conto é aquele que um leitor pode ler de uma única vez (ou, como diz o populacho, “de uma sentada”).



Se o tamanho não dá a resposta exata sobre o que é o conto, nós precisaremos ver outras características. No geral, o conto é uma narrativa como é uma peça teatral, uma telenovela, um mito, um romance, uma fábula, uma notícia jornalística e algumas crônicas. O conto possui uma ação ou evento que acontece com um grupo de personagens, num local definido durante um fragmento de tempo. O ponto central é O QUE DEVEM TER ESTA NARRATIVA, CASO EU QUERIA ESCREVER UM CONTO? Alguns autores (como Cortazar) entendem que um conto precisa ser como uma Polaroid, um recorte da realidade retratada numa pequena narrativa. Outros escritores, (como Poe) pensam que especificidade de um conto esteja nos eu efeito. Melhor dizendo, numa economia de estilo em que um autor deve usar o mínimo de recursos para alcançar o máximo de feitos. Todas estas abordagens dão algumas pistas e clareiam a questão. Um conto é pedaço da realidade que o autor precisa ser econômico na sua pena. Isso pode ser completada com mais três conceitos: Exatidão, Leveza e Rapidez. Essas características são usadas nos mesmo sentido dado por Ítalo Calvino no seu ensaio “Seis Propostas para o Próximo Milênio”: primeiro, um conto precisa ser leve como um salto ágil e imprevisto. Seu enredo precisa ser ágil caso ele queria ser igual a uma Polaroid. O conto pode ter um enredo denso ou não, porém tem que ser sempre ágil. Segundo, um conto precisa ser rápido na sua leitura, como uma explosão fulgurante. Assim, o leitor poderá ler a estória em uma única sentada. Por último, a linguagem do conto deve ser a mais precisa possível e que possa traduzir todas as faces do pensamento e imaginação. Deste modo, com esta linguagem, um conto de ter a economia de estilo.



Assim, um conto pode ser definido como uma narrativa breve, rápida, leve e precisa, em prosa, que tenha um único e simples efeito. Uma estória pequena e perfeita como uma pérola no mar da Literatura



BIBLIOGRAFIA

GOTLIB, Nádia Batella. Teoria do Conto. 10ª ed. São Paulo: Ática, 2004 (Série Princípios).

GOMES, Goulart. Poetrix: uma proposta pra o novo milênio. In Iararana, Salvador: Aleiton Fonseca e Carlos Ribeiro, Ano VI, nº. 09, p. 72, ago. 2006.



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01) Texto inicialmente apresentado em inglês ("Less than a Pearl"), para no máximo duas páginas em espaçamento duplo. Fica como esboço de uma teoria maios ampla sobre o conto.



02) Coisas da tradução: Como na língia inglesa, "conto" é traduzido como "Short-Story" [literalmente, Estória Curta] e o ensaio deveria ser curto, pensei numa brincadeira: A Brief Essay about Short-Story, ous eja, um Breve Ensaio sobre Estórias Curtas... Pena não ter podido traduzir esta blague.



03) Quem conhece os contos de F. Scott Fitzgerald percebeu a brincadeira quando me refiro ao romance como sendo grande como um diamante do tamanho do Ritz Hotel.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Ricardo Vidal ganha menção honrosa da ALER


Ricardo Vidal ganha menção honrosa da ALER

O escritor valenciano Ricardo Vidal, 29 anos, é um dos poetas laureados do Prêmio Luciano Passos – III Concurso de Poesia da Academia de Letras do Recôncavo (ALER). A premiação ocorrerá no dia 14 de dezembro de 2007, às 20h00, na Câmara Municipal de Cruz das Almas. Ricardo Vidal já havia ganhado uma menção honrosa no II Concurso de Poesia da ALER, cuja entrega dos prêmios ocorreu no ano passado, no auditório da FACE, em Valença. O poema de Ricardo Vidal que ganhou a menção honrosa foi “Feitiço da Lua”.

“Este final de ano foi muito rico para minha carreira literária. Papai Noel foi muito generoso para mim ao dar-me dois prêmios literários neste final de ano.” – declarou Ricardo Vidal, referindo-se a recente republicação do seu poema “O Beijo” no Panorama Literário Brasileiro 2007, da Câmara Brasileira de Jovens Escritores (CBJE), no Rio de Janeiro, no final de novembro deste ano. Sobre o poema premiado, Ricardo Vidal lembra que foi um dos últimos poemas escritos em Valença, antes de sua mudança para Salvador. “Ganhar uma menção honrosa com este meu poema tem um sabor especial. Escrito antes de minha mudança para Salvador, Feitiço da Lua tem muito do meu estilo: poema em quintetos, a imagem da Lua, o Amor. Eu o havia escrito em 01º de setembro de 1996, seis dias antes de me mudar para Salvador. É de se admirar como um poema escrito aos 18 anos tivesse força para ganhar um prêmio!”.

10 poetas baianos foram laureados pela Academia de Letras do Recôncavo neste concurso. A comissão julgadora do concurso contou com a participação da escritora valenciana Mácaria Andrade. O primeiro lugar foi ganho por Marilene Oliveira de Andrade, de Varzedo, com o poema “A Beleza da Alma de um Poeta”. O segundo lugar foi para cruz-almense Cristiane de Jesus Barbosa, autora do poema “De Cotidianas Coisas” e o terceiro lugar foi para Elaine Cristina Sant'Ana dos Santos, poetisa de Muritiba e autora do poema “Passos”.

CARREIRA DE SUCESSO. Esta premiação coroa um ano de sucessos de uma carreira literária ascendente. No mês passado, Ricardo Vidal fora escolhido pela editora carioca CBJE como um dos 150 melhores poetas do país. Ricardo Vidal publicou em 2004 o livro de poemas Estrelas no Lago. Além disso, seus poemas, contos e crônicas foram publicados em websites (como a revista eletrônica Neocodex) antologias, como as da CBJE e a Quase Escritores, publicado em 1994, pelo Educandário Paulo Freire. Também já ganhou prêmios em concursos de poesia, como a menção honrosa no II Concurso de Poesia da ALER (2004) e o 03º lugar – Menção Espacial Bahia – no Concurso Literário da revista Iararana (2002). Na ocasião, três de seus poemas foram publicados na oitava edição da revista, que também foi lançada na Europa, nas cidades de Paris (França) e Budapeste (Hungria). Ricardo Vidal possui um blog, O Castelo do Bardo Celta (http://www.bardocelta.blogspot.com/).

José Ricardo da Hora Vidal nasceu em Valença em Abril de 1978. Estudou o ginásio no Colégio Social de Valença e o curso Científico no Educandário Paulo Freire (EPF). Nesta época, quando aluno do EPF, participou da fundação da UMES-VA, onde ocupou o diretor de Imprensa nos anos de 1994-1995. Desde 1996 reside em Salvador, onde atual estuda Letras/Inglês na UNEB e cuja formatura será no ano que vêm. Antes, Ricardo Vidal estudou Jornalismo na UFBA, sem concluir o curso. Ricardo Vidal é bisneto do Maestro Barrinha, sobrinho-neto de Antônio Sereia, sobrinho doe poeta Valdo da Hora e primo do pintor Junior da Hora (www.rrtv.com.br/juniordahora) e do vereador Zé da Hora.

Publicado nos jornais: Valença Agora (http://www.valencaagora.com/x/b/bs.php?bl=1&menu=528) e A Voz da Região

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Currículo Literário Atualizado 2007

José Ricardo da Hora Vidal, escritor, nasceu em Valença (Bahia) no dia 20 de abril de 1978. Cursou o ginásio no Colégio Social de Valença e o Científico no Educandário Paulo Freire (sendo um dos alunos destaques ao concluir o 3º ano em 1995). Reside em Salvador desde 1996, onde cursa a Licenciatura em Língua Inglesa e Literaturas pela UNEB, após estudar (sem concluir) o curso de Jornalismo pela Faculdade de Comunicação da UFBA. Além de escrever, também é fotógrafo amador e programador visual.

Iniciou sua carreira literária em 1994, ainda estudante do curso científico, quando publicou a crônica “Saudade” no livro Quase Escritores, editado pelo Educandário Paulo Freire. Em 2002, foi o 3º lugar (menção especial Bahia) no concurso de poesia promovido pela revista literária Iararana (Salvador/BA), com os poemas "Cântico dos Lírios", "Entardecer no Inverno" e "Canção para Avalon". Em 2004, os poemas “O Farol e o Mar” e “Cântico dos Lírios” e o conto “Retrato de Família” integraram, respectivamente a Antologia dos Poetas Brasileiros Contemporâneos (08º e 10º volumes) e Antologia de Contos Autores Contemporâneos (01º volume), organizados pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores - CBJE (Rio de Janeiro/RJ). Seu poema “Cântico dos Lírios”, que havia sido uma das premiadas no concurso da Iararana, foi escolhido pela CBJE como uma das 100 poesias publicadas naquele ano, integrando assim o livro Panorama Literário Brasileiro 2004/2005 Poesia – As 100 melhores de 2004. Em 2005, Ricardo Vidal ganhou, com seu poema “Soneto da Solidão”, a menção especial no concurso de poesia promovida pela Academia de Letras do Recôncavo. Em 2007, o poema "O Beijo" foi publicado no 34º volume da Antologia dos Poetas Brasileiros Contemporâneos da CBJE, sendo escolhido para participar do Panorama Literário Brasileiro 2007/2008 Poesia – As 150 melhores de 2007. Neste mesmo ano também ganhou a menção honrosa no III Concurso de Poesia da ALER, com o poema "Feitiço da Lua".

Na internet, tem textos publicados nos websites Sonetos.com.br, Nave da Palavra, Usina de Letras e Neocodex. Mantem o blog “Estrelas no Lago” (http://bardocelta.blogspot.com/) e uma homepage na CBJE (www.camarabrasileira.com/ricardovidal.htm).

Em 2004 publicou o seu primeiro livro de poemas, Estrelas no Lago, pela Cia Valença Editorial (Salvador/BA). Ricardo Vidal tem ainda inéditos os livros de poesia Flores do Outono; Sombras do Luar; Brumas do Lago; Torre de Quimeras; Quimeras, Esfinges & Centauros e Peregrino en una Noche sin Luna (este último, em espanhol e inglês). Em prosa, tem inéditos Prosas Bárbaras (miscelânea de contos, crônicas e artigos) e As Corujas de Frei Ethereld (peça de teatro).

Ricardo Vidal é filho de Antonio José Conceição Vidal e Vilma da Hora Vidal, bisneto do Maestro Barrinha (autor da música do Hino de Valença), sobrinho-neto de Antônio Sereia, sobrinho do poeta Valdo da Hora e primo do pintor Junior da Hora (www.rrtv.com.br/juniordahora) e do vereador Zé da Hora.

Monção de Aplausos - Câmara Municipal de Valença

Correria neste final de ano, com entrega de projeto de pesquisa (ante-projeto da monografia) na Faculdade, provas e seminários para conclusão de semestre, recebimento de prêmios quase que seguidos, isso tem me deixado louco! Não reclamo dos prêmios nem das minhas obrigações com os estudos; contudo, o que dizer quando vemos as coisas se acumularem???

Bem, digo isso porque desde a semana passada que tento me lembrar para colocar esta notícia no blog: Ganhei uma Menção de Aplausos da Câmara Municipal de minha cidade!!! O vereador Jairo Baptista foi o autor da proposta que foi aceita pelos vereadores de minha cidade.

Enquanto eu não mando por escrito meus agradecimentos aos vereadores (e o farei antes do Natal!!!), torno público o meu agradecimento PÚBLICO aos nobres vereadores de minha cidade, em especial, ao Sr. Jairo Batista.

(segue abaixo a íntegra do ofício comunicando a monção de aplauso)

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"M.A.N nº98/2007

Valença, 16 de novembro de 2007

Ao Ilmº Sr. Ricardo Vidal

Prezado Senhor

Tendo o Legislativo Valenciano aprovado uma MENÇÃO DE APLAUSOS a Vossa Senhoria de autoria do Vereador JAIRO DE FREITAS BAPTISTA, consignamos em ata dos trabalhos camárarios da Sessão Ordinária realizada no dia 13/11/2007, por ser escolhido pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores (CBJE), como um dos 150 melhores poetas publicados em 2007. Seu poema "O BEIJO", publicado em março deste ano no volume 34 de Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos.

"Neste feliz ensejo em que cientificamos V. Sa. desta oportuna iniciativa do Legistalativo Valenciano, reiteramo-lhes a nossa manifestação de elevada estima, apreço e distinta consideração"

Cordialmente,

Bertolino de Jesus - Presidente"

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Valenciano dentre os melhores poetas de 2007

Valenciano dentre os melhores poetas de 2007

O escritor valenciano Ricardo Vidal, 29 anos, foi escolhido pela Câmara Brasileira dos Jovens Escritores (CBJE) como um dos 150 melhores poetas publicados em 2007 e participará na antologia Panorama Literário Brasileiro 2007. O livro será lançado em dezembro próximo, na sede da editora, na cidade do Rio de Janeiro. O texto escolhido de Ricardo Vidal foi o poema “O Beijo”, publicado em março deste ano no volume 34 da Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos. O poema estreou no jornal Valença Agora, na edição de 21 de fevereiro deste ano.

Foi uma grata surpresa quando recebi a notícia, pois a mensagem chegou quando eu estava aqui em Valença, festejando a Lavagem do Amparo. Só vim saber da indicação dois dias depoi, quando eu retornei pra Salvador” – declarou Ricardo Vidal. Esta é a segunda vez que Ricardo Vidal participa do Panorama Literário Brasileiro. Em 2004, seu poema “Cântico dos Lírios” foi escolhido, depois deste poema ter sido publicado no volume 10 da Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos, após ter sido um dos três poemas que ganharam o terceiro lugar no Concurso promovido pela revista Iararana em 2002.

O Panorama Literário Brasileiro, segundo as palavras dos editores, “é um documento histórico, que é editado no seu quarto ano consecutivo”. Foram avaliados todos os trabalhos inscritos para as seletivas da CBJE durante este ano. Os membros do Conselho Editorial da CBJE escolheram os poemas, sendo também ouvida a opinião dos leitores. O volume terá 170 páginas e cerca de 400 exemplares serão destinados às Bibliotecas Públicas do país. A lista completa dos demais selecionados está disponível na internet, no endereço www.camarabrasileira.com/panorama2007-2008.htm.

CARREIRA DE SUCESSO. Com este honraria, a bibliografia de Ricardo Vidal ganha o oitavo volume. Pela CBJE, o jovem escritor publicou poemas e contos na Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos (volumes 08, 10 e 34), Antologia de Contos de Autores Contemporâneos (volume 01) e Panorama Literário Brasileiro (edições de 2004 e 2007). Pelo Educandário Paulo Freire, participou do livro Quase Escritores. Em 2004 lançou seu primeiro livro, Estrelas no Lago. Além dos livros, Ricardo publicou seus textos em websites, jornais e revistas. Ricardo Vidal também assina um weblog, Castelo do Bardo Celta (http://www.bardocelta.blogspot.com/), além de possuir uma página no website da CBJE (www.camarabrasileira.com/ricardovidal.html).

Ricardo Vidal também já ganhou prêmios literários. Em 2002, foi o terceiro lugar (menção especial) no Concurso Nacional de Poesia da revista Iararana. Na ocasião, três de seus poemas foram publicados na oitava edição da revista, que também foi lançada na Europa, nas cidades de Paris (França) e Budapeste (Hungria). No ano passado foi menção especial no II Concurso de Poesia da ALER com o poema “Soneto da Solidão”.

QUEM É O AUTOR. José Ricardo da Hora Vidal nasceu em Valença em 1978. Estudou no Colégio Social e no Educandário Paulo Freire (EPF). Na época em que foi aluno do EPF, participou ativamente do movimento estudantil. Foi dos fundadores da UMES-VA, chegando a Diretor de Imprensa no biênio 1994-1995. Mora em Salvador desde 1996, contudo visita a cidade regularmente. Atualmente está quase concluindo o curso de Letras/Inglês da UNEB, após ter estudado Jornalismo na UFBA – curso que ale abandonou faltando três semestres para a formatura.

Ricardo Vidal é bisneto do maestro Barrinha (autor da música do Hino de Valença), sobrinho-neto de Antônio Sereia (benfeitor de Valença e construtor do Estádio Municipal de Valença), sobrinho do poeta Valdo da Hora e primo do pintor Junior da Hora e do vereador Zé da Hora. É filho de Antonio José Conceição Vidal e de Vilma da Hora Vidal.

Salvador, 05 de novembro de 2007.
Assessoria de Imprensa de Ricardo Vidal
Contacto:
cve_livros@hotmail.com

Biblioteca do Bardo Celta (Leituras recomendadas)

  • Revista Iararana
  • Valenciando (antologia)
  • Valença: dos primódios a contemporaneidade (Edgard Oliveira)
  • A Sombra da Guerra (Augusto César Moutinho)
  • Coração na Boca (Rosângela Góes de Queiroz Figueiredo)
  • Pelo Amor... Pela Vida! (Mustafá Rosemberg de Souza)
  • Veredas do Amor (Ângelo Paraíso Martins)
  • Tinharé (Oscar Pinheiro)
  • Da Natureza e Limites do Poder Moderador (Conselheiro Zacarias de Gois e Vasconcelos)
  • Outras Moradas (Antologia)
  • Lunaris (Carlos Ribeiro)
  • Códigos do Silêncio (José Inácio V. de Melo)
  • Decifração de Abismos (José Inácio V. de Melo)
  • Microafetos (Wladimir Cazé)
  • Textorama (Patrick Brock)
  • Cantar de Mio Cid (Anônimo)
  • Fausto (Goëthe)
  • Sofrimentos do Jovem Werther (Goëthe)
  • Bhagavad Gita (Anônimo)
  • Mensagem (Fernando Pessoa)
  • Noite na Taverna/Macário (Álvares de Azevedo)
  • A Casa do Incesto (Anaïs Nin)
  • Delta de Vênus (Anaïs Nin)
  • Uma Espiã na Casa do Amor (Anaïs Nin)
  • Henry & June (Anaïs Nin)
  • Fire (Anaïs Nin)
  • Rubáiyát (Omar Khayyam)
  • 20.000 Léguas Submarinas (Jules Verne)
  • A Volta ao Mundo em 80 Dias (Jules Verne)
  • Manifesto Comunista (Marx & Engels)
  • Assim Falou Zaratustra (Nietzsche)
  • O Anticristo (Nietzsche)